Maria Lenk: A revolução brasileira na história da natação

10
abr 2018

Uma das palavras que mais marcam a trajetória de Maria Lenk, tanto no esporte como na vida, é o pioneirismo. Uma mulher que fixou seu nome entre os mais importantes da história da natação ao desafiar padrões e conquistar lugar de destaque em competições quando a presença feminina era quase inexistente. Ela levou o Brasil e a América do Sul a um lugar cativo na evolução do esporte no mundo. Dos dez anos de idade até os últimos dias de vida, aos 92, Maria nadou e aprimorou técnicas que até hoje servem de parâmetro de performance. Foi a primeira mulher da América do Sul a competir em uma Olimpíadas, em Los Angeles 1932, e quatro anos após, nos Jogos Olímpicos de Berlim, foi a responsável pela introdução do nado borboleta quando competia em uma prova de peito. Conquistou muitas vitórias, mas infelizmente, no ápice de sua carreira, teve o sonho de uma medalha olímpica feminina para o Brasil interrompido pela Segunda Guerra Mundial. Aperfeiçoou seus estudos e teve enfática responsabilidade na fundação da Escola Nacional de Educação Física, onde colaborou para desenvolver pesquisas e material teórico sobre a natação. Faleceu em abril de 2007, meses antes da inauguração do complexo aquático que iria homenageá-la, construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro. Também em sua homenagem, o tradicional torneio Troféu Brasil foi renomeado para Troféu Maria Lenk. Como uma das maiores competições brasileiras de natação, a classificação garante vaga para a seleção brasileira que representará o país em disputas mundiais da temporada. Neste ano, com participação de Viviane Jungblut, Nicholas Santos, Alessandra Marchioro, Gabrielle Rocatto e Ana Marcela (confirmar), o Speedo Elite Team estará em peso para a competição que acontece de 17 a 21 de abril. Por tudo isso, é possível imaginar a honra que é disputar esse prêmio! Siga os perfis oficiais da Speedo e acompanhe tudo sobre Troféu Maria Lenk 2018.

Comentários encerrados.