Brasil mais 4 ouros domina competição no Festival Panamericano

29
set 2014

Foto: Satiro Sodré

Foi o melhor dia do Brasil, quatro vitórias em cinco provas disputadas no terceiro dia do Festival Olímpico Panamericano em disputa na Cidade do México. Gabrielle Roncatto chegou a sua terceira vitória na terceira prova. Depois de vencer os 100 e 200 livre, quebrou a barreira dos 5 minutos pela primeira vez nos 400 medley.

400 medley feminino

1o Gabrielle Roncatto do Brasil 4:59:48
2o Kyle Masse do Canadá 4:59:58
3o Maria Jimenez Peon do México 5:06:70

800 livre feminino

1o Brasil 8:42:38
Bianca Avella 2:08:61, Paula Jardim 2:15:19, Mila Esquerdo 2:08:82, Gabrielle Roncatto 2:09:76
2o Canadá 8:46:28
3o Venezuela 9:00:09

A competição de natação segue até terça-feira, e nesta segunda acontece a segunda prova das águas abertas, agora os 10 quilômetros em Morellos.

Fonte: Best Swimming

Campeonato Sul-Americano: para manter a hegemonia continental

29
set 2014

Vista da piscina do Natatorio Alberto Zorrilla – Foto: Satiro Sodré

Tem início na próxima quinta-feira, mais uma edição do Campeonato Sul-Americano de Esportes Aquáticos com a disputa das provas de natação. Alguns leitores irão se perguntar: mas este ano já não teve um campeonato sul-americano? Sim, teve. Em março aconteceu os Jogos Sul-Americanos na cidade de Santiago, no Chile, competição continental que acontece de quatro em quatro anos, reunindo dezenas de modalidades como os Jogos Olímpicos que é organizado pelo ODESUR, a Organização Desportiva Sul-Americana.

Este campeonato que começa a partir do dia 2 de outubro é um evento continental que reúne apenas modalidades dos esportes aquáticos (natação, águas abertas, polo aquático, saltos ornamentais e nado sincronizado), sendo realizado a cada dois anos e organizado pela Consanat, a Confederação Sul-Americana de Natação.

A edição deste ano terá como palco de disputas o famoso Natatorio Alberto Zorrilla, localizado no belo balneário argentino de Mar del Plata. A piscina já é bastante conhecida pelos nadadores sul-americanos e considerada como uma das melhores e mais rápidas do continente. O parque aquático fica dentro do complexo esportivo da cidade construído especialmente para os Jogos Pan-Americanos de 1995. A piscina também sediou outras competições internacionais como o Mundial Paralímpico de natação em 2002, o Sul-Americano Juvenil em 2009 e a Copa Latina em 2010, além de diversos campeonatos argentinos.

A seleção brasileira foi convocada oficialmente na semana passada pela CBDA e terá alguns desfalques. Nicholas Santos é um dos atletas que não estarão na competição em Mar del Plata para se dedicar a outros eventos e treinamentos. Porém, Etiene Medeiros é presença confirmada e terá mais uma oportunidade para competir na piscina longa em 2014.

Dona da casa, a Argentina vai com força máxima para o Sul-Americano esperando assegurar a segunda colocação geral atrás apenas do Brasil. São 27 argentinos convocados que antes de seguir para Mar del Plata fizeram um treinamento de altitude no México.

As disputas em águas abertas serão apenas no final de outubro na capital argentina de Buenos Aires. Mais uma vez o Brasil é o favorito a vitória. A última edição do evento aconteceu em 2012, na cidade de Belém. Na ocasião a delegação brasileira venceu em todas as modalidades e terminou a competição com expressivas 72 medalhas, sendo 51 na natação e cinco nas águas abertas. Para a seleção brasileira o Sul-Americano é mais uma oportunidade para ratificar e manter a hegemonia na natação sul-americana.

Fonte: Swim Channel

10 mitos do Triathlon

29
set 2014

1 – “O ciclismo é o segmento menos importante em provas com drafting.” Por um lado, o ciclismo é o esporte ideal para desenvolver a resistência de base, com treinos de longa duração e baixa intensidade, com um gesto cíclico, mas sem impactos contra o solo, sendo por isso pouco lesivo. Por outro lado, não devemos esquecer que o setor em que se decide o resultado final do triathlon é a corrida, mas uma corrida atípica, uma vez que se inicia com uma fadiga prévia significativa.

2 – “O traje de neoprene só serve para evitar o frio.” A origem do traje de neoprene no segmento de natação do triathlon foi a proteção dos desportistas contra o frio. A sua utilização está delimitada pelo regulamento de forma que em função da temperatura da água e do ambiente os oficiais da prova designarão a sua utilização como proibida, obrigatória ou opcional. Quando é opcional, a maioria dos triatletas o utiliza, e não apenas pela comodidade de nadar sem frio.

3 – “O trabalho de força é incompatível com o de resistência.” O triathlon é um esporte de resistência, em que o trabalho de força-resistência tem uma importância vital. Cada vez se torna mais evidente a necessidade de complementar o treino específico na piscina, na bicicleta ou na corrida, com um trabalho adicional e específico de força, não só para melhorar o rendimento como também para evitar lesões.

4 – “Como sou iniciante preciso do melhor material para começar com garantias.” Na natação são necessários os óculos para você se orientar melhor e evitar irritações nos olhos. O traje de neoprene é um investimento considerável, portanto o ideal é que você consiga um emprestando ou alugado, caso não possa comprá-lo. Para o segmento de ciclismo, basta uma bicicleta bem ajustada às suas medidas. Dessa forma você evitará lesões e terá um bom rendimento. Isso sem esquecer o capacete, que é sempre obrigatório. E para correr, use sapatilhas de corrida normais (você pode substituir os cordões por um elástico e assim simplificar o processo de calçá-los). A prática de esportes aquáticos ajuda a amenizar os sintomas da rinite, porém, muitas vezes, o que deveria ser uma forma de alívio pode se tornar um desconforto. Isso porque os subprodutos do cloro nas piscinas podem potencializar os sintomas da rinite. A solução? Opte por piscinas de água tratada com ozônio. ;)

5 – “É preciso treinar todos os dias as três modalidades.” Existe a crença falsa de que o triatleta deve treinar os três segmentos todos os dias.

6 – “Bom nadador em piscina não é sinônimo de bom nadador em provas de triathlon.” Os bons desempenhos que um triatleta pode ter na piscina não correspondem à realidade de uma prova de triathlon, na qual a natação se realiza em águas abertas. Por isso que é necessário realizar treinos específicos.

7 – “Só os hidratos de carbono é que dão energia.” Com a realização de um exercício de caráter aeróbico, o organismo obtém a energia através da oxidação da glicose (glicólise) para posteriormente continuar com a obtenção de energia através da oxidação dos ácidos gordos livres provenientes da degradação das reservas de triglicerídios (lipólise). Ao longo de um exercício a utilização de um substrato vai ganhando mais protagonismo, até que o outro se sobrepõe.

8 – “Se não é finisher na distância ironman, você não é um verdadeiro triatleta.” É importante ir passo a passo e dar o melhor em distâncias mais curtas, começar pelos triathlon de distância sprint, depois passar para a distância olímpica e fazer uma progressão lógica antes de dar o salto para o ironman.

9 – “Quanto mais volume de treino, melhor.” Essa é uma falsa crença que esteve muito na moda ns competições iniciais de triathlon. Acreditava-se que era necessário realizar grandes quilometradas semanais para conseguir o melhor resultado possível. Longe dessa crença, no esporte de resistência o que nos faz melhorar é a assimilação das cargas duras.

10 – “Você precisa de uma bicicleta de contrarrelógio para competir em triathlons de longa distância.” A opção mais barata é mais engenhosa é “reconverter” a bicicleta convencional de estrada numa bicicleta de longa distância com duas pequenas alterações:

- Avançar o selim ou substituir o espigão de selim com recuo por um neutro ou com avanço;
- Colocar uns extensores no guidão.
É uma boa forma de poder continuar a praticar triathlon em todas as suas distâncias e que não pesará tanto no
bolso!

Fonte: Sport Life

Brasil pronto para Doha

24
set 2014

A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos definiu nesta terça-feira, 23/09, a seleção brasileira que representará o país no Campeonato em Piscina Curta de Doha, no Catar, de 3 a 7 de dezembro deste ano. Serão 17 homens e 10 mulheres entre os que fizeram índices no Campeonato Brasileiro Absoluto – Troféu José Finkel 2014, no final do último mês de agosto e início de setembro.

A lista apresentada pelo departamento técnico da CBDA já exclui os atletas que atingiram índices, mas pediram dispensa do evento. Ao final do Troféu José Finkel, o gerente de natação da CBDA, Ricardo de Moura, avaliou o que representará a participação brasileira no Mundial da Federação Internacional de Natação – FINA.

- O Mundial de Doha é uma grande oportunidade para os novos valores da natação porque é um campeonato da Federação Internacional, num momento importante de afirmação da seleção brasileira. Renovação não é ter apenas novos nomes, mas novos nomes com resultados significativos. O Finkel mostrou um resultado muito interessante e consistente para a natação feminina, por exemplo, e elas podem alcançar um desempenho inédito em nível mundial. Não podemos esquecer também, que os novos nomes na equipe trazem novos técnicos e profissionais para a equipe multidisciplinar. Todo este staff em contato com os grandes eventos e suas demandas aumenta o intercâmbio, a qualificação e o leque de opções para o mercado de trabalho da natação do país. Em Doha, mesmo sendo um Mundial em Piscina Curta, vamos priorizar as provas que constam do programa olímpico, principalmente nos revezamentos – explicou.

O Brasil é um dos países que tradicionalmente sobem ao pódio da competição, pois soma 29 medalhas (11 de ouro, 7 de prata e 11 de bronze) na história do evento que está em sua 12ª edição. A Confederação Brasileira também está na lista dos organizadores do Mundial em piscina de 25 metros, pois realizou o segundo em arena montada na praia de Copacabana.

Lembrando que três atletas Speedo Elite Team foram convocados para Doha: Nicholas Santos, no masculino, Alessandra Marchioro e Etiene Medeiros, no feminino.

Fonte: CBDA

10 dicas médicas para corredores

24
set 2014

Conheça as dicas que constam no manual elaborado pela
International Marathon Medical Directors Association 
Ilustração: Cecília Andrade

 

Muito se fala sobre o que fazer na hora de se preparar para uma corrida. Enquanto alguns treinam para a primeira prova, outros estão no centésimo desafio, mas a preparação correta deve ser comum para todos. E para apoiar os corredores e incentivar a qualidade de vida, a Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro, uma das provas requisitadas no mundo todo, divulga o manual elaborado pela International Marathon Medical Directors Association (IMMDA).

“A IMMDA é formada por doutores de diferentes países, que acompanham as principais provas do mundo como diretores e responsáveis médicos. O maior desejo deles é educar e orientar, garantindo que os participantes se mantenham saudáveis e tenham um bom desempenho”, explica Carlos Sampaio, sócio-diretor da Spiridon Promoções & Eventos, uma das empresas responsáveis pela organização da Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro.

O diretor médico da Maratona do Rio de Janeiro, Paulo Lourega, membro da IMMDA, explica que os passos são simples, e por isso muitas pessoas não dão a devida atenção, e ressalta: “Vale a pena lembrar aos atletas que, nesses 26 anos de trabalho no esporte, a maioria dos pacientes que tiveram de ser atendidos por alguma complicação durante uma prova pecou em algum momento contra alguma dessas recomendações”. Conheça 10 dicas médicas para corredores:

1 - Esteja certo de que você se encontra fisicamente adaptado para as atividades de corrida que está desenvolvendo: todos que querem participar de uma maratona devem fazer exame médico. Para esses, uma avaliação médica anual é fundamental. Pessoas na terceira idade, com diabetes ou hipertensos devem ter cuidados médicos redobrados.
2 - Treine adequadamente, sempre sob a orientação e supervisão de um profissional competente.
3 - Siga as regras básicas para uma nutrição adequada.
4 - Mantenha a hidratação adequada antes, durante e depois da corrida.
5 - Realize exercício de aquecimento e alongamento antes e alongamento depois da corrida: – este aquecimento anterior às provas deve ser suave para não gastar a energia que será tão importante para a corrida.
6 - Vista-se adequadamente e de acordo com o tempo.
7 - Use tênis adequados e confortáveis, nunca um par novo.
8 - Observe as condições da pista enquanto corre.
9 - Corra no seu próprio ritmo, nunca o ultrapasse. O pique (tiro) no final da corrida pode acarretar problemas como, rupturas musculares/tendinosas e problemas cardiovasculares.
10 - Escute seu corpo: diminua o ritmo ou mesmo pare se não se sentir bem. Se acordar no dia da prova com gripe ou alguma indisposição, tenha a coragem de não correr.

Fonte: Revista Viva Saúde