Nadando com categoria

27
mar 2015

27_03_15_BlogNataçãoA natação, realmente, é um esporte para todos. Inúmeras faixas etárias são contempladas em diferentes categorias de nadadores. Seja você um jovem de 19 anos almejando um pódio internacional ou um senhor de 60 querendo competir, mas, mais como uma forma de afastar o tédio do que para ganhar de uma forma propriamente dita, pode ter certeza: há espaço para você.

         Olha só:

  • Pré-Mirim: até 8 anos
  • Mirim 1: 9 anos
  • Mirim 2: 10 anos
  • Petiz 1: 11 anos
  • Petiz 2: 12 anos
  • Infantil 1: 13 anos
  • Infantil 2: 14 anos
  • Juvenil 1: 15 anos
  • Juvenil 2: 16 anos
  • Junior 1: 17 anos
  • Junior 2: 18 e 19 anos
  • Sênior: 20 anos em diante
  • Pré-Master: 20 a 24 anos
  • Master 25+: 25 a 29 anos
  • Master 30+: 30 a 34 anos

Vale lembrar que existem algumas exceções para as regras acima. Por exemplo: alguns organizadores de eventos podem optar por realizar competições mistas, onde certas categorias competem ao mesmo tempo, na mesma piscina, mas são premiadas em separado. Nesses casos temos a seguinte divisão: Infantil (de 13 a 14 anos), Juvenil (15 a 16) e por aí vai.

Essa separação por classes também pode acontecer de forma diferente em competições internacionais, onde se aplicam as categorizações locais, caso o país sede não siga à risca a estrutura da FINA.

Por fim, temos os revezamentos. Nas provas do tipo com atletas juvenis, todos os membros da equipe precisam fazer parte de uma faixa etária especifica, enquanto nos Masters o que vale é a soma total das idades dos componentes do time. Ou seja, numa prova Masters 80+, a idade total obtida da soma da idade dos participantes precisa estar entre 80 até 99 anos, Masters 90+, de 100 até 119 e daí em diante.

Volta ao mundo com o Speedo Elite Team

23
mar 2015

MarConquisteMundo

Quem se esforça sempre vai encontrar o seu lugarzinho ao sol. Seja ele no Brasil, China, Suécia, Nova Zelândia ou onde for. E no quesito empenho, não tem ninguém que se destaque mais do que os atletas do Speedo Elite Team.

Precisando dar uma animada para também sair por aí, deixando o seu nome pelos 4 cantos do planeta? Oras, não procure mais: Separamos grandes momentos dos nossos atletas pelas piscinas e mares do mundo, para dar aquela invejinha necessária e despertar a sua fera interior, que te fará lutar pelos seus sonhos.

Há mais ou menos um ano atrás, o Nicholas Santos estava nadando muito no tradicional torneio australiano, BHP Billiton Aquatic Super Series. Tanto, que saiu vitorioso nos 50m borboleta:

Também tivemos muitas alegrias em terras árabes no ano passado. Em especial durante o Mundial de Natação realizado no Qatar. Dentre as nossas conquistas lá, teve o ouro e a quebra do recorde mundial no 50m costas protagonizados pela Etiene Medeiros.

Vitória do outro lado mundo? Teve sim, senhor! Ana Marcela já venceu na China, terra de Confúcio, durante a etapa de Shantou da Copa do Mundo FINA de 2012:

E disputada mesmo foi o triunfo da Poliana Okimoto em Barcelona, durante a prova de 10km do Mundial de Esportes Aquáticos. Nessa mesma competição ainda tivemos a dobradinha da Poliana com a Ana Marcela. Só sucesso.

E esse ano está repleto de competições internacionais, que culminam no Mundial que será realizado em Kazan, na Rússia. Que mais momentos como estes sejam abundantes em 2015! Muita sorte pro nosso time de elite!

Com o treino nos trilhos

14
mar 2015

14_03_15_BlogNataçao

A prática de exercícios regularmente é uma das maiores formas de prevenção de doenças e outros males que atingem as pessoas. Para os atletas, profissionais e amadores, a regularidade não é só uma questão de saúde: é uma necessidade. Infelizmente, os dados não têm trazido boas notícias: uma matéria recentemente publicada pela revista Exame informou que apenas um ¼ da população brasileira se esforça para treinar num ritmo definido e muitas vezes, sequer faz isso três vezes por semana, o mínimo recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Além dos benefícios já citados para a saúde, a continuidade impacta na performance: com a dedicação regular, o corpo desenvolve a memória muscular, importantíssima para a realização de séries de movimentos complexos e precisos, facilita a adaptação muscular, aumentando a resistência contra lesões comuns e faz a retenção dos ganhos das atividades.

Com tanto a se ganhar, é de se estranhar que as pessoas não levem este compromisso tão a sério quanto se deveria. Mas, sejamos justos: todos temos motivos para não conseguir dar conta das muitas obrigações que temos, por isso, decidimos compartilhar com vocês mais algumas dicas sobre como se manter ativo mesmo em frente as enxurradas de coisas que temos para fazer.

- Arrume um colega de treinos: É mais improvável que alguém desista de ir treinar quando um amigo se dispõe a esperá-lo para fazer o mesmo. Você não está assumindo um compromisso só com você, mas com outra pessoa também.

- Procure colocar o treino no roteiro de ida e volta ao trabalho: Essa é muito boa. Normalmente, ou nós perdemos tempo no trajeto de volta para casa, durante congestionamentos do tamanho de países ou poupamos, mas, não aproveitamos, o tempo encontrado durante as manhãs. Encontrando lugares próximos de casa, do trabalho e, principalmente, acessíveis, com poucas ou nenhumas mudanças no caminho até eles, eliminamos aquela questão espacial de que ir treinar é trabalhoso demais.

- Improvise: Não rolou aquela esteira hoje? Quantos lances de escada até o seu trabalho? Quantos metros até o próximo ponto de ônibus? Lembre-se: um pouquinho de atividade física sempre será melhor do que nada.

Fugir das atividades sempre encontrará uma boa desculpa, mas procure persistir mesmo que isso signifique dar uma reduzida nos cronogramas. Enquanto você for capaz de manter o corpo aquecido dessa forma, sempre existirá a possibilidade de voltar a pegar no batente quando tudo se acalmar!

A arte de evoluir

05
mar 2015

05_03_15_BlogTriathlon2

O sucesso só vem para quem se dispõe a correr atrás. E para quem quer ser um  atleta melhor temos dicas para isso, mas não se engane: por mais simples que o método seja na teoria, na prática são outros 500. E aí, pronto pra começar?

1. Planeje seus treinos, sem sacrificar sua vida pessoal.

Um bom treino não leva só em conta seus objetivos esportivos. Se você é um atleta amador, o seu planejamento deve incluir também as prioridades e demandas da sua vida pessoal.

Muita gente acha que treinar significa abrir mão de tudo para se dedicar única e exclusivamente ao esporte, no entanto, se você não vive de competições, isso não poderia estar mais longe da verdade. Se não incluir nos cronogramas as suas obrigações pessoais e negligenciar esse lado da sua vida, chegará a um ponto onde você não conseguirá mais se distanciar dela e a mesma irá colidir com tudo nos seus planos. Daí, você será obrigado a voltar à estaca zero.

2. Volume de treinos

Nunca maior e nem menor do que você consegue. O seu esforço deve ser compatível com a sua habilidade atual. Lógico, o crescimento gradual e o aumento da intensidade tanto física, quanto técnica dos exercícios deve acontecer, mas controladamente.

Nada de dar saltos absurdos: se o seu limite tem sido correr 1km, não force a barra para chegar nos 3km. Aumente a dificuldade progressivamente, sem excessos, permitindo que o seu corpo se adapte aos próximos desafios.

3. Faça treinos cruzados

É raro encontrar atividades físicas que não se beneficiem dos ganhos de outras modalidades. O condicionamento físico que você desenvolve na academia é usado para melhorar os seus tempos na piscina. O cárdio mais forte que você adquire na piscina volta pra academia e lá te ajuda a progredir nas cargas e vice e versa.

Converse com os seus professores, veja com eles se é o caso de você completar o seu treino praticando outros esportes e quais devem serem seus objetivos para cada um.

4. Descanse

Sim, você leu certo: o descanso é extremamente importante para a sua evolução. É nos seus momentos de relaxamento que o seu corpo tem tempo para realizar os processos de adaptação.

Um bom exemplo da importância do descanso você já deve ter escutado na academia: é a velha história das dores musculares. Enquanto você treina, seus músculos sofrem pequenas fissuras e estas são reparadas durante a folga. Fibras musculares mais fortes se formam, você desempenha mais e melhor e o ciclo volta a se repetir.

Se possível, alinhe os seus períodos de repouso com as obrigações pessoais que citamos no item 1, assim, você consegue matar dois coelhos com uma cajadada só.

5. Mantenha hábitos saudáveis

O desenvolvimento atlético é um processo contínuo. Pode ter certeza de que ele acontece mesmo quando você está longe da academia. Portanto, procure manter bons hábitos em várias áreas, como alimentação, bem-estar, cuidados pessoais, etc.

Um bom alongamento de manhã serve para aquecer o corpo e já significa um pouco de trabalho feito mesmo nos dias onde você dificilmente terá tempo para se distanciar do trabalho. Comer coisas leves te enche de energia e você não vai passar o dia lutando contra o sono e não vai sentir pesado na hora do treino.

De novo, uma boa conversa com os seus professores pode te mostrar o que você deve fazer para se manter produtivo mesmo longe dos exercícios.

Gostou das dicas? Tem alguma que queira compartilhar conosco? É fácil: basta deixar elas nos nossos comentários!

Colocando a turminha pra correr, chutar, nadar

25
fev 2015

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Quem se dedica aos esportes passa a vida correndo atrás dos seus ídolos e seguindo (ou pelo menos, tentando) seus exemplos. Porém, muitas pessoas se esquecem que não são atletas de ponta e que não tem a mesma disponibilidade e ritmo, pelo menos não em um primeiro momento, para manter a disciplina exigida pelos esportes.

E, sem querer, acabam dando um péssimo exemplo a quem mais precisa de boas referências: as crianças.

O Brasil tem visto nas últimas décadas um aumento preocupante de casos de obesidade infantil. Fatores genéticos hereditários não podem serem descartados das causas do surto, mas a verdade é que a maior parte da culpa deste crescimento cai sobre o descaso alimentar e da falta de incentivo à pratica de exercícios físicos.

Ao presenciarem a desistência, a molecada assume que os esportes são atividades complicadas e sem recompensas imediatas. Então, eles adquirem uma visão errada e seguem os piores exemplos dos adultos, também se tornando sedentários.

Os dois primeiros passos para combater o problema envolvem reconhecer a importância do seu papel como influência e definir metas mais realistas para si mesmos. Uma vez que as crianças percebam em você a influência positiva dos esportes na vida, bastará um empurrãozinho para que elas também peguem o gosto pela coisa.

A educação alimentar também é essencial para o desenvolvimento sadio da criança: bons hábitos devem ser aprendidos desde cedo. Casos mais difíceis precisam do acompanhamento de um nutricionista e outros profissionais especializados.

A natação é uma das melhores práticas para as crianças. Ela fortalece o desenvolvimento motor e trabalha a respiração, aumentando a resistência dos pequenos contra problemas desses tipos. Times de futebol, basquete, vôlei e afins ensinam trabalho em equipe e artes marciais disciplina e paciência. No entanto, lembrem-se sempre de manter os ouvidos abertos às preferências dos seus filhos. Se eles estiverem fazendo algo que gostem, as chances deles realmente se envolverem serão bem maiores.

Então, está pronto para voltar a ser o herói da família? Conte para a gente como você pretende influenciar a vida da turma e boa sorte!