História de Superação

28
ago 2014

Muito prazer! Eu me chamo Odilma Maria de C. Costa, tenho 30 anos, sou de Natal, Rio Grande do Norte. Sou casada há 11 anos com o Hailton, com quem divido minha vida, e dedico meu tempo cuidando da nossa casa e estudando para prestar concurso e em breve o exame da Ordem. Durante muito tempo sabia que estava obesa, mas não tinha forças para tomar uma decisão de colocar um ponto final na situação e buscar uma vida saudável. Até que, ao chegarem os preparativos para o baile de formatura, nenhum vestido que eu gostava cabia em mim, então a alternativa foi mandar fazer um do meu tamanho. Eu já estava com vários problemas de saúde, como falta de ar, dificuldade para dormir, refluxo, azia, dores nas pernas e nas costas, além de muita dificuldade para andar porque meus pés inchavam demais. Por causa do aumento de peso, das roupas que já não cabiam mais em mim e dos problemas com as taxas elevadas de colesterol no sangue, eu me vi obrigada a mudar meus hábitos de forma urgente. Há quase oito meses decidi buscar na caminhada e nas corridas de rua o fôlego necessário para alcançar uma vida mais saudável e abandonar os 105 kg que pesava naquele momento. Em sete meses já eliminei 31 kg. Por isso dou valor a cada gota de suor derramada, antes de colocar na boca um alimento que vai estragar toda a minha luta. Eu sabia que não ia conseguir sozinha e a primeira coisa que fiz foi procurar um endocrinologista (por causa da disfunção hormonal) e depois um nutricionista para me ajudar com a reeducação alimentar. Comecei a caminhar durante 1 hora e mal conseguia andar, pois minhas pernas inchavam. A cada 15 minutos eu parava de tanta dor, as lágrimas escorriam, pedia forças para não desistir, sem falar nas assaduras entre as pernas. Com o plano alimentar em mãos, direcionado para mim, fiz uma lista dos produtos que havia no cardápio. Fui ao supermercado e comprei tudo, preguei o cardápio na porta da geladeira e fui seguindo a dieta. Com um mês consegui mudar algumas coisas. Quando tirei o arroz do cardápio, meu processo de emagrecimento se acelerou, mas ao voltar para a nutricionista ela colocou esse alimento novamente na minha dieta, para ser consumido duas vezes por semana, só que eu o substituo por batata-doce, inhame ou macaxeira (aipim). Depois de quase cinco meses, fui saber pela nova nutricionista que me acompanha hoje que eu não podia consumir alimentos com glúten, porque eles impedem a tireoide de trabalhar bem e cortam o efeito do remédio de reposição hormonal. O caminho é longo, mas eu chego lá, eu creio! Minha maior dificuldade foi aprender a lidar com a ansiedade, que fazia com que eu me refugiasse no chocolate, na pizza, na macarronada etc. A compulsão era tão grande que eu comia até passar mal, depois só chorava e me lamentava. Eu usava a comida como escape para o estresse. A estratégia para me distrair e esquecer a comida foi tomar muito chá e comer gelatina zero, e isso até hoje está funcionando. Por isso minha geladeira vive repleta de todos os sabores e, quando a vontade por doce aumenta, misturo iogurte desnatado. Meu primeiro passo foi eliminar os refrigerantes, as frituras e a gordura; o açúcar eu consumia moderadamente, já que desde os 14 anos uso adoçante, pois meus pais são diabéticos. Coloquei a caminhada na minha rotina durante dois meses, depois fui alternando com a corrida. Fiz uma promessa para mim mesma de que só irei a uma academia quando chegar ao meu peso ideal. Mesmo com dores, eu nunca deixei de fazer caminhadas, às vezes não conseguia colocar o pé no chão, mas eu ia acreditando que um dia estaria livre daquelas dores. Na minha vida, o que mais mudou depois que comecei a emagrecer foi a maneira como eu me olho, pois agora me  valorizo muito. Hoje eu me amo mais e a autoestima está em alta sempre, pois me coloco no início de tudo e não me sinto mais inferior. Confesso que antes eu não me sentia bem no meio dos outros. Quantas vezes eu dizia “sou gordinha, mas sou feliz”, só que realmente não era. Isso sem falar na saúde e no fato de eu estar livre das dores nas pernas, podendo subir e descer escadas, sem me sentir cansada.

Odilma Maria de C. Costa

Como recuperar os cabelos e a pele danificados pela natação

20
ago 2014

O sal do mar e o cloro das piscinas danificam o cabelo e a pele e nem mesmo uma touca – para quem pratica natação – consegue proteger os fios completamente. Para alguns especialistas, como Brigitte Revollo, terapeuta capilar, é impossível evitar os danos e ter cabelos bonitos se você pratica natação mais que duas vezes na semana. Mas nem tudo está perdido! Um trabalho de recuperação é importante e pode ajudar a recuperar parte do brilho e hidratação e para você continuar a prática desta atividade física.

Os danos do cloro

A terapeuta capilar do Crystal Hair, Lela Athanasio, explica que o cloro deixa o cabelo áspero, tira a proteção hidratante da superfície dos fios e, dependendo do tempo de exposição ao produto, ele pode reagir com a pigmentação e proteínas do cabelo criando um aspecto esverdeado, isso acontece principalmente com pessoas que tem cabelos mais claros. Nos cabelos tingidos, além do esverdeado o claro pode ainda arrebentar os fios.

Resolvendo o problema

Quando seu cabelo ficar exposto ao cloro, principalmente em piscinas, assegure-se de enxaguá-lo com água corrente assim que sair da piscina, retirar parte do que se acumulou nos fios e evitar que os danos sejam maiores”, alerta Lela.

Segundo ela, esse primeiro passo é imprescindível para iniciar a recuperação, mas só isso não é suficiente. Assim que chegar em casa após a aula de natação ou dia de piscina, lave o cabelo com shampoo reparador e aplique condicionador com vitaminas que restauram os fios e silicone. “Esses dois passos vão reparar os danos. Para sentir o cabelo novamente hidratado e sedoso, use um tratamento intensivo ou ampola”, explica.

Além de recuperar os fios logo após a exposição ao cloro, fazer o tratamento de maneira contínua também é essencial. Para o terapeuta capilar Ricardo Moçali, do Werner Coiffeur, é preciso usar shampoo anti-resíduos regularmente, pelo menos uma vez por semana, para limpar o cloro e o sal. Outra dica importante é fazer a hidratação dos fios com frequência. A maioria dos profissionais indica que ela seja feita de 15 em 15 dias ou, caso os cabelos estejam muito danificados, toda semana.

Precauções

A especialista Renata Marques, da Clínica Dicorp, alerta que, além dos produtos para recuperar os cabelos e hidratar a pele, a alimentação também pode fazer a diferença. “O mais importante para manter pele e cabelos bonitos é ter uma alimentação equilibrada, contendo frutas, legumes, verduras e proteínas. Assim, serão garantidos os nutrientes necessários para a formação dos fios e da pele”, garante.

Cabelos descoloridos

Ricardo Moçali também ensina um truque para se livrar dos indesejáveis esverdeados nos cabelos descoloridos.  A dica é aplicar vinagre de maçã para recuperar a cor. “Outra dica é usar os tratamentos noturnos, é só aplicar o creme no cabelo úmido e deixá-lo agir durante a noite toda. Ele recupera parte dos lipídios que foram perdidos na manhã de sol”, ensina.

Para cabelos coloridos ou descoloridos também é essencial procurar produtos que protegem a cor e a pigmentação do fio.

Fonte: Revista Shape

O Eu Atleta testou: Bermuda de compressão

15
ago 2014

“Modelo da Speedo promete auxiliar no alívio das dores e da fadiga muscular, a evitar o atrito entre as pernas e a melhorar a circulação sanguínea no local”.

A Speedo, uma das marcas licenciadas pela Trifil, apresentou no mercado a Bermuda de Compressão para esportistas. Com o objetivo de aumentar a performance dos atletas competitivos, o produto foi desenvolvido para ter um ajuste perfeito ao corpo, permitindo assim uma maior flexibilidade dos movimentos. O modelo também promete auxiliar no alívio das dores e da fadiga muscular, deve evitar o atrito entre as pernas e melhorar a circulação sanguínea. Além disso, a bermuda de compressão possui proteção contra raios UV e é fabricada com tecidos de alta tecnologia que permitem que o calor seja distribuído de forma uniforme, proporcionando um maior conforto térmico.

Fonte: Eu Atleta

Gustavo Borges conta como concilia a rotina de empresário com os treinos

11
ago 2014

Mudar hábitos não é nada fácil e isso a turma do sedentarismo sabe bem. Mas quando o sentido é inverso a troca de rotina também não é simples. Acostumado a uma vida de treinamentos intensos, com horários cronometrados tanto para as atividades físicas, quanto para a alimentação e mesmo para o descanso, Gustavo Borges teve que se adequar a nova rotina.

- O foco que eu tinha no treinamento, na atividade física, mudou para a atividade do trabalho, para a atividade profissional. Tem dias que eu vou para o escritório, mas também tem muitas viagens e dentro desse cenário eu tento colocar a parte esportiva - contou Gustavo Borges.

A forma que o ex-nadador encontrou de não abandonar os exercícios é incluí-los na agenda como um compromisso de trabalho.

- A atividade física acaba entrando (na rotina) como uma das minhas reuniões. Porque se deixar, no dia a dia é trânsito, viagem, e aí você acaba não fazendo nada – confessa Gustavo.

 

Apesar de contar com a ajuda do seu metabolismo, que segundo Gustavo é acelerado, ele não descuida da forma. A alimentação controlada ficou no passado, mas o equilíbrio segue orientando suas escolhas nas refeições.

- Acho que o importante não é você se isentar das coisas que você gosta e dos bons prazeres da vida, que é comer bem, tomar uma boa bebida. O problema é o desequilíbrio – diz o ex-nadador.

 

Fonte: Eu Atleta

Brasil fazendo história nas águas abertas

11
ago 2014

A natação brasileira em águas abertas teve mais um dia glorioso para sua história. Na sexta etapa da Copa do Mundo de 10 km da Fina, disputada em Lac-Mégantic, no Canadá, a bandeira do Brasil tremulou mais alto no pódio. Na prova feminina, Ana Marcela Cunha venceu mais uma vez e praticamente garantiu o título.

Pela quarta vez neste ano, Ana Marcela ganhou uma etapa da Copa do Mundo e disparou ainda mais na liderança do circuito. Tem 114 pontos, 58 a mais do que a vice-líder, Poliana Okimoto. Matematicamente já assegurou seu tricampeonato na competição, na qual venceu em 2010 e 2012, mas só será declarada campeã na última etapa.

Pelo regulamento da Copa do Mundo da Fina, o vencedor geral da temporada precisa pelo menos largar na etapa final, que acontece em Hong Kong no dia 18 de outubro. Conhecemos bem Ana Marcela e sabemos que ela não vai só querer largar. Vai tentar ganhar mais uma vez!


Fonte:Swim Channel