Danilo Pimentel em Marrocos neste fim de semana

30
out 2014

danilo

Danilo Pimentel estará no próximo sábado, dia 1º de novembro, na disputa da African Cup, na cidade de Agadir, no Marrocos, em busca de pontos no ranking da International Triathlon Union (ITU). A prova, que contará com mais um brasileiro, seis espanhóis, além de suíços, franceses e austríacos, entre outras nacionalidades, tem características bem europeias já que ocorre no norte da África. A largada será às 9 horas do horário local, com previsão de predominância de calor, porém mar gelado.

Apesar de essa não ser a prova-alvo, a participação de Danilo, número 2 na competição, é importante para que ele marque pontos e termine o ano em alta no ranking mundial.

O atleta é patrocinado pela Força Aérea Brasileira, Speedo e CBTri e apoiado por Vitafor, Ceepo/Rotapro, Sigvaris, Instituto Camilo e Cia Athletica Campinas.

Etiene Medeiros leva o bronze nos 50m costas na etapa de Tóquio da Copa do Mundo

28
out 2014

Foto: Satiro Sodré

Etiene Medeiros conquistou nesta terça-feira a medalha de bronze nos 50m costas na etapa de Tóquio da Copa do Mundo de piscina curta. Com o tempo de 26s56, a brasileira ficou atrás da britânica Francesca Halsall (26s42) e da norte-americana Felicia Lee (26s47).

– Estou bem feliz, nadando em um nível bom, diferenciado. Poder disputar uma final, estar entre as melhores nesse momento antes do Mundial é primordial – disse Etiene, que em dezembro vai disputar em Doha, no Catar, o Campeonato Mundial de piscina curta.

– Minha virada foi ruim, minha ondulação não foi muito boa. É bom estar aqui para ajustar essas questões – completou a nadadora, que volta à piscina nesta quarta para a disputa dos 100m costas.

Fonte: Ahe! Brasil

Crianças pequenas podem praticar natação?

26
out 2014

A natação é um dos esportes eleitos por muitos pais como o ideal para os seus filhos. Os argumentos para a escolha vão desde a segurança – já que saber nadar é também uma questão de sobrevivência – ao fato de ser uma atividade bastante completa, na medida em que movimenta todos os grupos musculares, desenvolvendo também a capacidade aeróbica e motora das crianças. “Além da parte física, a natação é um esporte que favorece o lúdico, principalmente quando se trabalha em grupo”, afirma Beatriz Perondi, pediatra e médica do esporte do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas.

Idade recomendada

Entretanto, muitos mitos e dúvidas rondam a prática da natação, principalmente na primeira infância. A idade recomendada para o início, por exemplo, já é controversa. Há pediatras que recomendam desde os 6 meses e outros acham melhor esperar, pelo menos, até os 2 anos de idade, senão mais. “O Felipe teve o aval da pediatra aos 2 anos e meio. Acho que ele se assustou, não tinha maturidade para entender a dinâmica das aulas”, afirma a mãe Mariana Waisberg.

Já a pequena Luiza, de 3 anos, começou a fazer aulas junto com os pais e em menos de quatro meses já estava na piscina apenas na companhia do professor. “O pediatra sempre estimulou a prática da natação. Resolvemos esperar um pouco para que ela tivesse mais autonomia e segurança. Mas ela nunca teve medo, sempre gostou e aproveita ao máximo o tempo que tem na piscina”, conta o pai Emerson Nishitani.

De modo geral, é entre 3 e 4 anos de idade que a criança vai obter um rendimento maior na natação. “Antes disso, a prática pode até ser recomendada mais como uma brincadeira, um momento prazeroso, inclusive entre pais e filhos. A criança muito pequena não entende o perigo da água, por isso é preciso ter cuidado para que ela não fique traumatizada”, constata Eliane Alfani, pneumologista e pediatra do Hospital São Luiz.

Aptidões e vontades

A partir do momento em que a criança anda, é fundamental que ela se exercite, ainda que seja de maneira lúdica. Correr e brincar é essencial para um desenvolvimento físico e emocional saudável. Portanto, a escolha da natação como atividade física deve considerar as aptidões e vontade da criança. “Eu até insisti, mas a pediatra foi categórica. Pediu para eu não forçar o Felipe. Foi a melhor coisa que eu fiz. Ele voltou a fazer aulas no final do ano passado. Hoje ele está com quase 4 anos e se sente bem mais seguro e à vontade na água. Agora ele compreende a rotina, faz imersões, fica na horizontal”, diz Mariana, que também é mãe de Manuela, com quase 2 anos. “Agora eu aprendi. A Manu não vai tão cedo para a natação”, complementa.

Assim como a maioria dos esportes, nadar não tem contraindicações desde que cada caso, ou seja, cada criança, seja analisada isoladamente. “Cada criança é de um jeito e tem um histórico clínico diferente. Crianças com quadros alérgicos de pele – dermatite atópica – ou que apresentem problemas frequentes de infecção no ouvido – otites – devem ser muito bem orientadas antes de iniciarem a prática. Às vezes é preciso prorrogar a iniciação para que não seja mais prejudicial do que saudável”, diz Paulo Telles, médico pediatra do Hospital Albert Einstein.

O mesmo alerta vale para quem encara o esporte como salvação para crianças asmáticas e com crises de bronquite. “A natação não cura nada, nem asma, nem outras alergias respiratórias. Funciona muito bem como um complemento, pois desenvolve a caixa toráxica, o padrão respiratório, e pode diminuir o sofrimento das crises. Mas não é tratamento”, frisa a pneumologista Eliane Alfani.

Piscina com pé direito

Segundo os pediatras, atentar para o tratamento da água da piscina em que a criança nada é essencial. Uma pequena porcentagem de cloro sempre existe e é obrigatória pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em todas as piscinas de uso coletivo. Mas hoje muitas são salinizadas ou tratadas com ozônio, o que reduz consideravelmente a quantidade de cloro, que pode causar alergias de pele, olhos e narinas, minimizando incômodos frequentes nos pequenos nadadores.“Uma piscina com pé-direito alto é mais recomendável, pois assim o cloro evaporado fica mais longe da respiração da criança”, enfatiza a pneumologista, lembrando que algumas crianças têm sensibilidade ao cloro e podem até sofrer piora nas crises alérgicas.

Os pais também podem colaborar. “Dar banho com sabonete neutro após as aulas, para tirar o cloro, e logo após passar um hidratante ajuda a não ressecar a pele. Lavar o nariz com soro fisiológico depois da aula previne crises de rinite e outros incômodos nas narinas .Secar bem os ouvidos com a toalha – sem cotonete – ajuda a não infeccionar os ouvidos. Andar sempre de chinelo evita infecções por fungos. Essas pequenas ações garantem uma vivência mais saudável para todos”, sugere a pediatra Beatriz Perondi.

Fonte: Delas

Etiene Medeiros volta das férias com 2 vitórias no Regional em SP

23
out 2014

Foto: Satiro Sodré

Competição de um dia só, o Centro Olímpico em São Paulo recebeu 241 nadadores de 18 clubes para o Regional da 1ª Região da Federação Aquática Paulista. Destaque maior para a volta as competições de Etiene Medeiros do SESI-SP, maior destaque do Troféu José Finkel em setembro, e que venceu duas provas.

Etiene levou os 100 costas com 1:02.83 e os 50 borboleta com 28.04. A nadadora retornou de um período de férias iniciando sua preparação voltada para o Campeonato Mundial de Piscina Curta que acontecerá em dezembro no Catar. Etiene faz parte do grupo do SESI que viaja a Copa do Mundo de Tóquio na próxima semana.

Além de Etiene, ainda tivemos bons resultados com Gabrielle Roncatto do Pinheiros vitoriosa nos 50 livre (26.88).

Fonte: Best Swimming

A história da natação

21
out 2014

A natação está presente na vida do homem desde os tempos mais remotos. Pode-se dizer que ela se tornou uma qualidade física imprescindível para a sobrevivência do ser humano, seja na busca por alimentos, seja na fuga de um perigo em terra, e em sua evolução. Sabe-se que os povos da Antiguidade eram grandes nadadores. Registros mostram que no Antigo Egito, em 3000 a.C., os filhos dos nobres aprendiam a nadar desde cedo.

Na Grécia, a prática da natação ganhou grande importância, uma vez que ela proporcionava o desenvolvimento harmonioso do corpo, algo bastante valorizado pela sociedade grega. O filósofo Platão, por exemplo, afirmava que os indivíduos que não haviam aprendido a nadar não poderiam ser considerados educados. Foi na civilização grega, inclusive, que surgiram as primeiras disputas de natação: os Jogos Ístmicos, disputados em homenagem ao deus Poseidon. Já na civilização romana, a modalidade foi base da preparação militar dos soldados do império.

Após um período de decadência durante a Idade Média, uma vez que nessa época se passou a acreditar que sua prática provocasse a disseminação de doenças, a natação voltou a crescer durante o Renascimento. Várias piscinas públicas foram criadas em toda a Europa, especialmente em Paris, durante o reinado de Luís XIV.

No entanto, sabe-se que a natação, como esporte, deu seus primeiros passos na Inglaterra, durante a primeira metade do século XIX. Em 1837, foram disputadas as primeiras provas da modalidade esportiva, na cidade de Londres. Desde então, a natação foi consolidando-se cada vez mais como um dos mais importantes esportes. Uma prova disso é a presença da modalidade desde a primeira edição dos Jogos Olímpicos modernos, inaugurada pelo barão Pierre de Coubertin, em 1894. No Brasil, a natação foi introduzida em 1897, com a fundação da União de Regatas Fluminense, na cidade do Rio de Janeiro.

Fonte: História de Tudo