10 mitos do Triathlon

29
set 2014

1 – “O ciclismo é o segmento menos importante em provas com drafting.” Por um lado, o ciclismo é o esporte ideal para desenvolver a resistência de base, com treinos de longa duração e baixa intensidade, com um gesto cíclico, mas sem impactos contra o solo, sendo por isso pouco lesivo. Por outro lado, não devemos esquecer que o setor em que se decide o resultado final do triathlon é a corrida, mas uma corrida atípica, uma vez que se inicia com uma fadiga prévia significativa.

2 – “O traje de neoprene só serve para evitar o frio.” A origem do traje de neoprene no segmento de natação do triathlon foi a proteção dos desportistas contra o frio. A sua utilização está delimitada pelo regulamento de forma que em função da temperatura da água e do ambiente os oficiais da prova designarão a sua utilização como proibida, obrigatória ou opcional. Quando é opcional, a maioria dos triatletas o utiliza, e não apenas pela comodidade de nadar sem frio.

3 – “O trabalho de força é incompatível com o de resistência.” O triathlon é um esporte de resistência, em que o trabalho de força-resistência tem uma importância vital. Cada vez se torna mais evidente a necessidade de complementar o treino específico na piscina, na bicicleta ou na corrida, com um trabalho adicional e específico de força, não só para melhorar o rendimento como também para evitar lesões.

4 – “Como sou iniciante preciso do melhor material para começar com garantias.” Na natação são necessários os óculos para você se orientar melhor e evitar irritações nos olhos. O traje de neoprene é um investimento considerável, portanto o ideal é que você consiga um emprestando ou alugado, caso não possa comprá-lo. Para o segmento de ciclismo, basta uma bicicleta bem ajustada às suas medidas. Dessa forma você evitará lesões e terá um bom rendimento. Isso sem esquecer o capacete, que é sempre obrigatório. E para correr, use sapatilhas de corrida normais (você pode substituir os cordões por um elástico e assim simplificar o processo de calçá-los). A prática de esportes aquáticos ajuda a amenizar os sintomas da rinite, porém, muitas vezes, o que deveria ser uma forma de alívio pode se tornar um desconforto. Isso porque os subprodutos do cloro nas piscinas podem potencializar os sintomas da rinite. A solução? Opte por piscinas de água tratada com ozônio. 😉

5 – “É preciso treinar todos os dias as três modalidades.” Existe a crença falsa de que o triatleta deve treinar os três segmentos todos os dias.

6 – “Bom nadador em piscina não é sinônimo de bom nadador em provas de triathlon.” Os bons desempenhos que um triatleta pode ter na piscina não correspondem à realidade de uma prova de triathlon, na qual a natação se realiza em águas abertas. Por isso que é necessário realizar treinos específicos.

7 – “Só os hidratos de carbono é que dão energia.” Com a realização de um exercício de caráter aeróbico, o organismo obtém a energia através da oxidação da glicose (glicólise) para posteriormente continuar com a obtenção de energia através da oxidação dos ácidos gordos livres provenientes da degradação das reservas de triglicerídios (lipólise). Ao longo de um exercício a utilização de um substrato vai ganhando mais protagonismo, até que o outro se sobrepõe.

8 – “Se não é finisher na distância ironman, você não é um verdadeiro triatleta.” É importante ir passo a passo e dar o melhor em distâncias mais curtas, começar pelos triathlon de distância sprint, depois passar para a distância olímpica e fazer uma progressão lógica antes de dar o salto para o ironman.

9 – “Quanto mais volume de treino, melhor.” Essa é uma falsa crença que esteve muito na moda ns competições iniciais de triathlon. Acreditava-se que era necessário realizar grandes quilometradas semanais para conseguir o melhor resultado possível. Longe dessa crença, no esporte de resistência o que nos faz melhorar é a assimilação das cargas duras.

10 – “Você precisa de uma bicicleta de contrarrelógio para competir em triathlons de longa distância.” A opção mais barata é mais engenhosa é “reconverter” a bicicleta convencional de estrada numa bicicleta de longa distância com duas pequenas alterações:

Avançar o selim ou substituir o espigão de selim com recuo por um neutro ou com avanço;
Colocar uns extensores no guidão.
É uma boa forma de poder continuar a praticar triathlon em todas as suas distâncias e que não pesará tanto no
bolso!

Fonte: Sport Life

10 dicas médicas para corredores

24
set 2014

Conheça as dicas que constam no manual elaborado pela
International Marathon Medical Directors Association 
Ilustração: Cecília Andrade

 

Muito se fala sobre o que fazer na hora de se preparar para uma corrida. Enquanto alguns treinam para a primeira prova, outros estão no centésimo desafio, mas a preparação correta deve ser comum para todos. E para apoiar os corredores e incentivar a qualidade de vida, a Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro, uma das provas requisitadas no mundo todo, divulga o manual elaborado pela International Marathon Medical Directors Association (IMMDA).

“A IMMDA é formada por doutores de diferentes países, que acompanham as principais provas do mundo como diretores e responsáveis médicos. O maior desejo deles é educar e orientar, garantindo que os participantes se mantenham saudáveis e tenham um bom desempenho”, explica Carlos Sampaio, sócio-diretor da Spiridon Promoções & Eventos, uma das empresas responsáveis pela organização da Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro.

O diretor médico da Maratona do Rio de Janeiro, Paulo Lourega, membro da IMMDA, explica que os passos são simples, e por isso muitas pessoas não dão a devida atenção, e ressalta: “Vale a pena lembrar aos atletas que, nesses 26 anos de trabalho no esporte, a maioria dos pacientes que tiveram de ser atendidos por alguma complicação durante uma prova pecou em algum momento contra alguma dessas recomendações”. Conheça 10 dicas médicas para corredores:

1 – Esteja certo de que você se encontra fisicamente adaptado para as atividades de corrida que está desenvolvendo: todos que querem participar de uma maratona devem fazer exame médico. Para esses, uma avaliação médica anual é fundamental. Pessoas na terceira idade, com diabetes ou hipertensos devem ter cuidados médicos redobrados.
2 – Treine adequadamente, sempre sob a orientação e supervisão de um profissional competente.
3 – Siga as regras básicas para uma nutrição adequada.
4 – Mantenha a hidratação adequada antes, durante e depois da corrida.
5 – Realize exercício de aquecimento e alongamento antes e alongamento depois da corrida: – este aquecimento anterior às provas deve ser suave para não gastar a energia que será tão importante para a corrida.
6 – Vista-se adequadamente e de acordo com o tempo.
7 – Use tênis adequados e confortáveis, nunca um par novo.
8 – Observe as condições da pista enquanto corre.
9 – Corra no seu próprio ritmo, nunca o ultrapasse. O pique (tiro) no final da corrida pode acarretar problemas como, rupturas musculares/tendinosas e problemas cardiovasculares.
10 – Escute seu corpo: diminua o ritmo ou mesmo pare se não se sentir bem. Se acordar no dia da prova com gripe ou alguma indisposição, tenha a coragem de não correr.

Fonte: Revista Viva Saúde

Brasil é campeão do Raia Rápida 2014 com melhor tempo do mundo no revezamento.

15
set 2014

O Brasil é campeão pela primeira vez do Raia Rápida. A equipe brasileira venceu duas das quatro provas individuais chegando a três finais e completou o dia conquistando o revezamento com o melhor tempo da história do revezamento 4×50 medley masculino.

50 BORBOLETA

Foi um show de Nicholas Santos, capaz de vencer todas as baterias e terminar com uma vitória com 22:97, terceiro tempo do mundo. Na sua frente, apenas o ucraniano Andrey Govorov 22:87 e o inglês Ben Proud com 22:93, ambos feitos no Campeonato Europeu.

Nicholas teve a capacidade de administrar nas três baterias marcando 23:74, 23:76 e o tempo da vitória com 22:97. O adversário é conhecido, o americano Eugene Godsoe, vice campeão mundial da prova e que fez a final do ano passado com Nicholas.
Com o título, Nicholas é o primeiro (e único) bi campeão do Raia Rápida.

1a bateria
1o Nicholas Santos 23:74
2o Eugene Godsoe 23:91
3o Jayden Hadler 24:32
4o Giulio Zorzi 24:44

2a bateria
1o Nicholas Santos 23:76
2o Eugene Godsoe 23:86
3o Jayden Hadler 24:30

3a bateria
1o Nicholas Santos 22:97
2o Eugene Godsoe 23:79

REVEZAMENTO 4×50 MEDLEY

Pela contagem de pontos ao final das provas individuais, apenas o título servia ao Brasil. Brasil, Estados Unidos, África do Sul, qualquer uma destas três equipes, quem vencesse o revezamento seria campeã do Raia Rápido 2014. Apenas a Austrália, mesmo que vencesse não teria chances de chegar ao título, e na prova mostrou que isso não seria possível.

O costas foi equilibrado, trouxe de volta o australiano Daniel Arnamnart e o americano David Plummer eliminados pelas escorregadas e colocou a dupla finalista. Com início equilibrado, o sul-africano Gehard Zandberg cresceu no final e tocou na frente com 25:24, Estados Unidos em segundo com 25:39 e Guilherme Guido em terceiro com 25:47.

O Brasil foi tomar a frente com Felipe França. O parcial de 26:76 contra 27:59 de Cameron van der Burgh já nos dava a liderança quando Nicholas Santos pulou na água.

Nicholas não conseguiu repetir os 22 da prova individual, mas mesmo assim conseguiu segurar a liderança com um parcial de 23:37. Aqui foi os Estados Unidos que cresceu com o melhor parcial de borboleta de Eugene Godsoe com 23:16.

Quando Matheus Santana pulou na água, o Brasil era líder com 84 centésimos de segundo de vantagem sobre os Estados Unidos. Aí vale recordar a pergunta da Best Swimming na entrevista coletiva de quinta-feira para Matheus: “Você vai receber o revezamento na frente e esta responsabilidade de fechar?”. A resposta foi simples, direta e objetiva: “Se eu receber na frente, o Brasil vai ser campeão”.

E foi!

Matheus fechou para 22:00, os americanos chegaram perto, muito perto. Anthony Ervin vinha crescendo muito e fechou com 21:31. Brasil campeão com 1:37:60, Estados Unidos vice 1:37:75, Austrália em terceiro 1:39:15, Austrália fechando raia, mais uma vfez, 1:42:29.

O tempo do Brasil é o novo melhor tempo da história superando os 1:38:23 feitos pela Austrália no ano passado. O 4×50 medley em piscina longa não tem recorde mundial, apenas é reconhecido como o melhor tempo do mundo.

O Brasil pela primeira vez, na terceira edição do Raia Rápida é o campeão geral da competição.

Parciais
Brasil –
Guilherme Guido 25:47, Felipe França 26:76, Nicholas Santos 23:37, Matheus Santana 22:00

Por equipes tempos oficiais:
África do Sul – 25:24, 52:83, 1:17:21, 1:39:15
Austrália – 26:20, 54:60, 1:19:02, 1:42:29
Brasil – 25:47, 52:23, 1:15:60, 1:37:60
Estados Unidos – 25:39, 53:28, 1:16:44, 1:37:75

Classificação final do Raia Rápida
1o Brasil
2o Estados Unidos
3o África do Sul
4o Austrália

Fonte: Best Swimming

Tem “pé chato”? Pisada para dentro pode causar entorses de tornozelo

15
set 2014

Correr ou caminhar na areia é um bom exercício para quem tem pé chato ou plano (Foto: Getty Images)

 

As pessoas portadoras de pés planos, conhecidos como pés chatos, têm a tendência de pisar para dentro, com a borda interna dos pés, que nesse caso são chamados de pronados. Isso causa desequilíbrio na pisada e na marcha, provocando várias lesões, como entorses de tornozelo, que ocorrem com mais frequência.

É necessário um trabalho de fortalecimento dos músculos envolvidos na articulação do tornozelo e de toda a perna. Por isso é fundamental um trabalho de equilíbrio e propriocepção para ativar as reações de equilíbrio a fim de diminuir ou zerar os entorses.

Ao detectar pés planos no bebê, os pais devem ficar alertas, conversar com o médico para trabalhar os pés da criança desde cedo, para prepará-la para a marcha. O tratamento inclui caminhar em diferentes solos com diferentes texturas e irregularidades, treinamento com bolas e apanhar objetos com os pés.

Na natação, a criança trabalha os pés e o equilíbrio de todo o corpo, em atividade de psicomotricidade. O uso de botas ortopédicas e palmilhas é muito discutido, cada caso é um caso, mas os exercícios citados são imprescindíveis.

O caminhar e o brincar, além de correr na areia fofa, são alguns dos melhores exercícios. O andar descalço em diferentes tapetes, subir e descer obstáculos consiste em um trabalho psicomotor, muito indicado para fortalecer e dar mobilidade aos pés.

A criança vai crescendo com trabalho direcionado, visando aumentar o arco plantar, ou seja, a curvatura da sola dos pés. Quando recebemos o paciente adulto, orientamos a realização de que devem ser feitos pelo resto da vida para fortalecimento e alongamento muscular e flexibilidade articular, mas não é possível haver ganho de arco plantar.

Os pacientes relatam casos de recidivas de entorse, às vezes com consequências pequenas, como edema e dor, e muitas vezes com esgarçamento ou ruptura de tendões ou fratura óssea, o que acarreta transtornos na vida pessoal e laboral das pessoas.

As mulheres que adoram saltos muito altos devem ter cuidado redobrado ao caminhar nas calçadas irregulares, ao subir e descer escadas, dançar e ao realizar os movimentos da vida diária. O melhor seria diminuir a altura do salto, mas para muitas isso é impossível por causa da vaidade. Pode haver exigência de salto alto para trabalhar, mas sempre de uma altura considerada normal, a não ser para as modelos durante os desfiles.

Há várias ocorrências de entorses ao descer escadas ou caminhar nas ruas. Para os homens é mais fácil porque andam de sapatos baixos ou tênis e precisam ter cuidado e atenção por onde pisam. O conselho é andar descalço em casa, caminhar na ponta dos pés, nos calcanhares, e ao acordar fazer exercícios com os pés, flexionando-os para baixo e para cima, exercícios circulares de fora para dentro e de dentro para fora, diariamente.

Recebemos uma paciente com histórico de entorses de repetição e a última ocorrência foi ao descer escadas com salto muito alto. Sorte que desmaiou de dor no último degrau, senão o estrago seria muito maior. Após um mês indicou-se fisioterapia aquática, e a paciente apresenta o pé edemaciado, ou seja, muito inchado, sente muita dor e utiliza uma muleta para deambular.

Assim que acontece um entorse, o melhor é colocar gelo na hora por 20 minutos e repetir mais algumas vezes, nas 24 horas subsequentes. Se a dor persistir e o pé ficar cada vez mais inchado e vermelho, deve-se ir a uma emergência médica para ser examinado e tirar raio-x para avaliação médica.

A recomendação é colocar gelo e fazer contraste quente e frio até o edema e a dor cederem, o que pode demorar de um a três meses, dependendo da gravidade do entorse. A fisioterapia aquática é o tratamento mais indicado devido às propriedades físicas da água, como a pressão hidrostática, que age como uma meia elástica, exercendo muita pressão no fundo e diminuindo na superfície, o que é uma drenagem linfática natural.

O empuxo diminui a tensão nas articulações e, em conjunto com a pressão hidrostática, ajuda a reduzir o edema e a dor, aumentando assim a mobilidade do tornozelo. O fisioterapeuta auxilia manualmente com técnicas específicas para a diminuição do quadro álgico e do edema e para o ganho de arco.

O treino de marcha começa a partir dessa fase, com a atuação da força da gravidade progressivamente. Vamos observar por onde andamos, assim como descer e subir escadas olhando para a frente sem virar o corpo para evitar entorses e problemas mais sérios.

Fonte: Eu Atleta

Frio não deve ser impedimento para que as crianças façam natação

10
set 2014

Melhora do condicionamento físico e da coordenação motora, prevenção da obesidade, além de ajudar na disciplina e na socialização, entre tantos outros benefícios. As atividades físicas são essenciais para o desenvolvimento das crianças, que devem ser incentivadas a praticar mais de uma modalidade durante a infância.

A natação é uma das mais indicadas para os pequenos, pois, além de ser um dos esportes mais completos para o ganho de aptidão física, também auxilia na prevenção de doenças como gripes e resfriados, já que fortalece o sistema imunológico. Por isso mesmo, sua prática não deve ser abandonada quando o calor vai embora. Ao contrário:segundo especialistas, ela é recomendada para pessoas de todas as idades nessa época.

— Como nas estações mais frias do ano a umidade do ar diminui, o vapor de água eliminado pelas piscinas umidifica
o ambiente, evitando lesões na mucosa do trato respiratório e, consequentemente, infecções virais — ressalta o pediatra Alexandre Netto.

Outra vantagem é que, como no inverno são comuns temperaturas baixas ou chuva, dificultando as aulas ao ar livre, as piscinas internas favorecem a continuidade da atividade física mesmo nos dias mais feios. A maior parte dos clubes e escolas de natação oferece ambientes vedados, que impedem a entrada de correntes de ar e garantem o conforto.

Embora seja altamente recomendada, a natação não pode ser imposta. Muitas crianças começam quando ainda engatinham, acompanhadas dos pais, o que facilita a evolução ao longo dos anos e o não abandono da prática.

Segundo a Academia Americana de Pediatria, 75% das crianças obrigadas a fazer esportes de que não gostam, até os 15 anos, param de praticar e ficam sedentárias.

As crianças precisam da presença de alguém em quem confiem, seja o professor, sejam os pais. Essa relação de confiança é fundamental. Assim, elas aprendem com mais segurança, sem medo do desconhecido — diz a professora de natação Marcela Leite.

Não é de espantar quando se fala que a natação é um esporte completo: há várias evidências de que, além de dar um upgrade na saúde, ela ajuda na prevenção e recuperação de doenças como asma, bronquite, problemas ortopédicos e, quem diria, até no processo de alfabetização: uma série de estudos, como o realizado recentemente pela Universidade Castelo Branco (RJ), comprovam que crianças iniciadas em programas de adaptação ao meio líquido em idade pré-escolar têm um rendimento mais satisfatório durante seu processo de alfabetização.

PRINCIPAIS CUIDADOS
1) Fique atento à entrada e saída da água: deixe os chinelos e o roupão na beira da piscina.
2) Regule o chuveiro para ficar com a temperatura próxima à da água da piscina. Evite banhos muito quentes.
3) Antes de sair do vestiário, enxugue bem os cabelos, o rosto e os ouvidos. Um secador de cabelos sempre é bem-vindo.
4) Agasalhe a criança (recomenda-se moletom de capuz) e, mesmo que prefira chinelos, não deixe de calçar meias para aquecer os pés, pois o corpo perde calor, inicialmente, nas extremidades.
5) Quando a criança estiver com febre, diarreia ou vômito, reações vacinais ou dor de ouvido, entre outros sintomas, a atividade física deve ser suspensa até a melhora do quadro.

Fonte: Zh Clicrbs