Aventurando-se no mar, com segurança.

06
nov 2015

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Nadar em águas abertas é uma atividade para os fortes. Mesmo assim, tem horas em que o mar resolve dar um susto nos atletas. Se isso acontecer, o que você mais precisa é manter a calma e pensar numa solução para a situação. E, da próxima vez, ter o cuidado triplicado!

Use toucas com cores fortes

Ajude a organização da prova a saber onde você está. Toucas com cores chamativas são mais fáceis de serem avistadas pelas embarcações que fazem a segurança de provas. Se você precisar de ajuda, eles perderão menos tempo te procurando. E, caso você esteja treinando, jet skis, lanchas e outras navegações poderão te ver de longe e sair do seu caminho rapidamente, evitando acidentes. A Speedo tem um monte de toucas coloridas, ideais para você nadar no mar. Olhe só: https://www.speedo.com.br/produtos/categoria/cat/24/tipo/68

Vai treinar no mar? Avise alguém!

Se o seu objetivo é praticar um pouco no mar aberto, tome o cuidado de avisar a um amigo, parente ou colega de treinos. Melhor ainda: fale com o salva-vidas do local. Se possível, dê a ele uma estimativa de quanto tempo deve levar treinando. Se as coisas saírem do controle, essa pessoa conseguirá acionar o resgate com agilidade, aumentando a sua segurança.

Na melhor da melhor das hipóteses, peça para que alguém acompanhe o seu trajeto numa embarcação, algo como um jet ski, de uma distância segura. Assim, ela será capaz de te prestar auxílio ainda mais rapidamente.

Cuidado com a hipotermia

Um dos maiores problemas da natação em águas abertas é a hipotermia, redução brusca da temperatura corporal. Uma das técnicas utilizadas pelos nadadores para lutar contra ela é forçar a exalação enquanto o seu rosto ainda estiver dentro da água. Procure usar também um traje de competição como o TS Pro Suit da Speedo, que foi desenvolvido para ser a sua melhor opção nas provas de triathlon e maratonas aquáticas. Ele oferece maior resistência contra a perda de temperatura, sem afetar a liberdade dos seus movimentos.

Cuidado com as boias

Nem sempre isso será possível, mas procure manter uma boa distância entre você e a boia quando você for contorná-la. Isso evitará que você prenda os seus braços e pernas nas cordas, algo que pode ser bem desesperador. Se, mesmo assim, isso acontecer, mantenha a calma e veja se consegue remover o seu membro. Foque nisso e não na competição. Troféu nenhum vale o seu bem-estar. Caso não consiga, sinalize para o staff da prova.

Conhece essas dicas? Conhece outras? Compartilhe conosco! Vamos tornar a natação em mares abertos uma atividade ainda mais segura!

Danilo conquista pódio na Copa Africana

03
nov 2014

Danilo Pimentel, daniloatleta da seleção brasileira de triathlon, disputou no último sábado a Triathlon African Cup na cidade de Agadir, região turística do sul do Marrocos.

Com excelente desempenho, o brasileiro conseguiu fechar o ano do calendário da International Triathlon Union (ITU) no pódio, em terceiro lugar e somando pontos importantes para o início da próxima temporada internacional.

A prova, com formato olímpico (1.500 metros de nado, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida), teve natação em água fria e sem o uso de roupa de borracha, enquanto as outras duas etapas aconteceram numa temperatura que beirava os 30 graus, com tendência a chegar aos 33 na etapa de corrida, já que a largada aconteceu às 9 horas, de baixo de muito sol e vento.

Danilo saiu da água entre os cinco primeiros colocados, mas no início do ciclismo sofreu alguns ataques e acabou optando por acompanhar outro atleta mais atrás, pois, num percurso cheio de subidas e com muito vento, são favorecidos os pequenos grupos que tendem a se organizar melhor para conseguir vantagem.

Na frente, três atletas ganhavam espaço, enquanto Danilo e um francês trabalhavam para que o grande grupo da prova, com 12 integrantes, não chegasse. Porém, o grupo chegou por volta de 20 km da etapa de ciclismo e continuaria a lutar por importantes pontos do 4º ao 17º lugar.

Acreditando numa boa sequência de treinamentos e provas, Danilo saiu para correr forte e diminuiu a diferença da fuga, que era de 1’20”. Logo na primeira volta, passou mais um atleta e já assumiu a terceira colocação. A partir daí, conseguiu subtrair mais alguns segundos dos primeiros colocados, cruzando a linha de chegada a 1’ do vencedor, o espanhol Francesco Godoy, e a 20” do português, Felipe Azevedo.

Danilo segue os treinamentos em Portugal até o fim de novembro, quando regressa ao Brasil para fazer duas provas e continuar a base dos treinos pensando em 2015. Depois das próximas provas, ele passa um período de festas e descanso com a família em Belém, no estado do Pará.

Confira mais notícias nos sites:

3Zone

CBTri

O atleta é patrocinado pela Força Aérea Brasileira, Speedo e CBTri e apoiado por Vitafor, Ceepo/Rotapro, Sigvaris, Instituto Camilo e Cia Athletica Campinas.

Danilo Pimentel em Marrocos neste fim de semana

30
out 2014

danilo

Danilo Pimentel estará no próximo sábado, dia 1º de novembro, na disputa da African Cup, na cidade de Agadir, no Marrocos, em busca de pontos no ranking da International Triathlon Union (ITU). A prova, que contará com mais um brasileiro, seis espanhóis, além de suíços, franceses e austríacos, entre outras nacionalidades, tem características bem europeias já que ocorre no norte da África. A largada será às 9 horas do horário local, com previsão de predominância de calor, porém mar gelado.

Apesar de essa não ser a prova-alvo, a participação de Danilo, número 2 na competição, é importante para que ele marque pontos e termine o ano em alta no ranking mundial.

O atleta é patrocinado pela Força Aérea Brasileira, Speedo e CBTri e apoiado por Vitafor, Ceepo/Rotapro, Sigvaris, Instituto Camilo e Cia Athletica Campinas.

10 mitos do Triathlon

29
set 2014

1 – “O ciclismo é o segmento menos importante em provas com drafting.” Por um lado, o ciclismo é o esporte ideal para desenvolver a resistência de base, com treinos de longa duração e baixa intensidade, com um gesto cíclico, mas sem impactos contra o solo, sendo por isso pouco lesivo. Por outro lado, não devemos esquecer que o setor em que se decide o resultado final do triathlon é a corrida, mas uma corrida atípica, uma vez que se inicia com uma fadiga prévia significativa.

2 – “O traje de neoprene só serve para evitar o frio.” A origem do traje de neoprene no segmento de natação do triathlon foi a proteção dos desportistas contra o frio. A sua utilização está delimitada pelo regulamento de forma que em função da temperatura da água e do ambiente os oficiais da prova designarão a sua utilização como proibida, obrigatória ou opcional. Quando é opcional, a maioria dos triatletas o utiliza, e não apenas pela comodidade de nadar sem frio.

3 – “O trabalho de força é incompatível com o de resistência.” O triathlon é um esporte de resistência, em que o trabalho de força-resistência tem uma importância vital. Cada vez se torna mais evidente a necessidade de complementar o treino específico na piscina, na bicicleta ou na corrida, com um trabalho adicional e específico de força, não só para melhorar o rendimento como também para evitar lesões.

4 – “Como sou iniciante preciso do melhor material para começar com garantias.” Na natação são necessários os óculos para você se orientar melhor e evitar irritações nos olhos. O traje de neoprene é um investimento considerável, portanto o ideal é que você consiga um emprestando ou alugado, caso não possa comprá-lo. Para o segmento de ciclismo, basta uma bicicleta bem ajustada às suas medidas. Dessa forma você evitará lesões e terá um bom rendimento. Isso sem esquecer o capacete, que é sempre obrigatório. E para correr, use sapatilhas de corrida normais (você pode substituir os cordões por um elástico e assim simplificar o processo de calçá-los). A prática de esportes aquáticos ajuda a amenizar os sintomas da rinite, porém, muitas vezes, o que deveria ser uma forma de alívio pode se tornar um desconforto. Isso porque os subprodutos do cloro nas piscinas podem potencializar os sintomas da rinite. A solução? Opte por piscinas de água tratada com ozônio. 😉

5 – “É preciso treinar todos os dias as três modalidades.” Existe a crença falsa de que o triatleta deve treinar os três segmentos todos os dias.

6 – “Bom nadador em piscina não é sinônimo de bom nadador em provas de triathlon.” Os bons desempenhos que um triatleta pode ter na piscina não correspondem à realidade de uma prova de triathlon, na qual a natação se realiza em águas abertas. Por isso que é necessário realizar treinos específicos.

7 – “Só os hidratos de carbono é que dão energia.” Com a realização de um exercício de caráter aeróbico, o organismo obtém a energia através da oxidação da glicose (glicólise) para posteriormente continuar com a obtenção de energia através da oxidação dos ácidos gordos livres provenientes da degradação das reservas de triglicerídios (lipólise). Ao longo de um exercício a utilização de um substrato vai ganhando mais protagonismo, até que o outro se sobrepõe.

8 – “Se não é finisher na distância ironman, você não é um verdadeiro triatleta.” É importante ir passo a passo e dar o melhor em distâncias mais curtas, começar pelos triathlon de distância sprint, depois passar para a distância olímpica e fazer uma progressão lógica antes de dar o salto para o ironman.

9 – “Quanto mais volume de treino, melhor.” Essa é uma falsa crença que esteve muito na moda ns competições iniciais de triathlon. Acreditava-se que era necessário realizar grandes quilometradas semanais para conseguir o melhor resultado possível. Longe dessa crença, no esporte de resistência o que nos faz melhorar é a assimilação das cargas duras.

10 – “Você precisa de uma bicicleta de contrarrelógio para competir em triathlons de longa distância.” A opção mais barata é mais engenhosa é “reconverter” a bicicleta convencional de estrada numa bicicleta de longa distância com duas pequenas alterações:

Avançar o selim ou substituir o espigão de selim com recuo por um neutro ou com avanço;
Colocar uns extensores no guidão.
É uma boa forma de poder continuar a praticar triathlon em todas as suas distâncias e que não pesará tanto no
bolso!

Fonte: Sport Life

Hoje foi dia de voltar a colocar o corpo no limite da dor!

27
mai 2014

Depois do afastamento de 70 dias causado por uma queda durante a prova de ciclismo nos Jogos Sul-Americanos que o fez passar por cirurgia do punho esquerdo, Danilo Pimentel retorna em grande estilo ao cenário competitivo numa prova de sprint (750 m de natação, 20 km de ciclismo e 5 km de corrida), conquistando a segunda colocação geral na prova de Fundão – região de Portugal conhecida pelas cerejas.

O atleta competiu ao lado de grandes nomes do triathlon português e brasileiro que fazem parte do Projeto Rio 2016, representando a Equipe dos Águias de Alpiarça. O dia da prova foi marcado pela baixa temperatura, em razão de uma frente fria, destoando do clima da semana anterior.

Assim como em 90% das provas na Europa, a natação é muito decisiva. Usando roupa de borracha, devido à baixa temperatura da água, Danilo saiu no segundo grupo, com diferença de pouco mais de 10 segundos em relação aos primeiros.

Por volta dos 3 km iniciais do ciclismo, formou-se um grupo de 13 atletas, e a partir daí a prova se tornou mais técnica, com muitas subidas e descidas. Na etapa de corrida, Danilo largou com a tática de correr bem forte e liderou a prova durante os primeiros 2,5 km, acompanhado de perto por outros quatro atletas. Na parte final da prova, impôs um ritmo bem mais forte, o que lhe assegurou o segundo lugar, além de deixar ótima impressão quanto à recuperação da lesão.

Danilo, que é terceiro-sargento da Aeronáutica do Brasil e atleta da seleção brasileira, reside atualmente em Portugal, onde treina e se desenvolve no Projeto Rio Maior 2016. O brasileiro é patrocinado pela Speedo Brasil e conta com o apoio de Vitafor Nutrientes, Companhia Athletica e Instituto Camilo, além da parceria da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri) e do governo do Estado do Pará.