Da piscina para o mar

08
jan 2016

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Morar longe do mar não é desculpa para nadadores de verdade. Se eles tiverem acesso a uma piscina e um pouco de força de vontade podem se preparar para nadar onde for. Como? Assim:

De olhos bem fechados

Uma das maiores dificuldades de quem troca as piscinas pelo mar é a orientação. Na natação em piscinas, os nadadores se acostumam a utilizar o fundo das mesmas para se orientar e alinhar o corpo. No mar não há essa moleza e, muitas vezes, um nado que deveria ser reto, acaba com alguns bons vários metros de desvio.

Quer ter um resultado melhor? Treine nadar de olhos fechados na piscina. Faça isso umas 10 vezes (ida e volta) e, depois, repita a dose com os olhos abertos e retos. Repita o exercício até perceber que você conseguiu se manter numa linha reta constante enquanto nadava com os olhos fechados.

Treine saídas rápidas e fortes

Uma outra característica da natação em águas abertas é a sua saída rápida. Quem já participou ou assistiu uma prova realizada no mar sabe que o bolo de atletas que se forma no começo da competição é um tormento. Por isso mesmo, a elite costuma imprimir um ritmo mais veloz nas saídas, na esperança de se distanciar ao máximo dessa turma.

Ah! Aproveite acostume-se a baixar o ritmo de forma gradual também. De nada adianta tentar nadar na sua velocidade máxima durante toda a prova: você só vai se cansar mais rápido e não terá energias para dar um gás na reta final.

Nade economicamente

Falando em gás, a forma mais eficiente de economizar energia dentro da água é nadando um número maior de metros com menos braçadas. Conte quantos movimentos você precisa para ir de uma extremidade da piscina até a outra e vá abaixando esse número nos seus treinos.

Na onda da segurança

27
nov 2015

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Férias, água e amigos espalhados por tudo o que é canto da casa. Dezembro vem aí e chega trazendo muito tempo de sobra para os mais jovens. A piscina e a praia, dois dos lugares favoritos das crianças durante esse período, passam a ocupar dois lugares nas mentes dos pais e mães: Por um lado, elas são as salvadoras da pátria, servindo de locais para juntar a turma e evitar que a casa seja destruída e que as horas sejam perdidas na frente da TV e do computador. Por outro, elas também assumem a forma de uma fonte de preocupações, um ambiente no qual, certas “brincadeiras”, podem acabar gerando muita dor de cabeça para a família.

Pensando nisso, preparamos esse post, no qual você vai encontrar algumas dicas que ajudarão a manter os seus filhos longe de problemas. Quer aproveitar melhor as férias, sem tem quer que ficar 24/7 ao lado água, supervisionando tudo o que acontece por lá? Então, comece a ler:

Se a piscina não está em uso e não vai ter supervisão, o jeito é ficar fechada.

Essa é simples: Crianças não são responsáveis por elas mesmas e nem por outras e você também não é omnipresente. Se não há nenhum responsável por perto para manter um olho na criançada, a melhor estratégia é impedir o acesso até a piscina.

Use lonas de proteção bem firmes, daquelas que aguentam bastante peso, para cobrir a água. Se possível, instale uma cerca de proteção ao redor da piscina e mantenha a área da casa onde ela se encontra, trancada. Como prevenção adicional, remova do espaço, todo e qualquer objeto que possa chamar a atenção dos pequenos.

Na praia, quem manda são os salva-vidas.

Procure ficar a, pelo menos, 500 metros do posto mais próximo de salva-vidas. Já discutimos isso num post anterior: quanto mais fácil para eles encontrar você, mais fácil fica o resgate caso ele seja necessário. Oriente os seus jovens e adolescentes a fazerem o mesmo.

Preste muita atenção nas placas e sinalizações espalhadas pela praia. Ela indica o estado do mar, se a água está boa para entrar ou se o melhor a se fazer é ficar longe dela. Ah! A velha máxima ainda cabe: quando o assunto são crianças, mar no umbigo, sinal de perigo!

É isso galera! Se divertir é sempre bom. E, fazer isso com segurança, é a sua garantia que isso acontecerá por muito mais tempo!

Um mar de possibilidades te espera!

30
out 2015

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Verão, aquela época do ano quando todo mundo quer cair na água. E você não vai fazer diferente, né? Que tal se preparar para entrar no mar com tudo e de forma segura? Curtiu? Olha só as nossas dicas:

 

1 – Metas pequenas são as melhores.

Sejamos realistas: não falta muito para a chegada das férias e recessos de final de ano. Um treino completo, ambicioso e que atenda todas os objetivos possíveis está completamente fora de cogitação. Bom, não se você tiver tempo ou se for um atleta profissional. Mas, vamos assumir que esse não é o caso.

 

Nessas horas, antes de desanimar, lembre-se que até o menor dos progressos é um grande salto! Estabeleça pequenas metas: primeiro, pratique o seu nado dentro da piscina. Foque num tipo de treino: respiração, localização, fuga do bolo, resistência, velocidade. Se possível, escolha dois pontos a melhorar, no caso, o seu melhor e o seu pior. Trabalhe neles até se sentir bem confiante nos resultados.

 

2 – Prepare o seu organismo.

Técnica é algo que exige muito tempo para ficar apurada. Já o organismo, nem tanto, mas apenas quando comparado com a técnica. Considerando que você não conseguirá aumentar a sua habilidade na água, o jeito é deixar o corpo muito bem preparado para quando isso for possível.

 

Nada de fugir da academia! Muito pelo contrário: você terá que se esforçar 10x mais lá! Aproveite para procurar o seu professor e pedir para que ele oriente o seu treino de forma que o seu contato com o mar seja o mais tranquilo possível.

 

3 – Não fique se cobrando.

Conforme já explicamos aqui: se você não é um atleta profissional, não tem por que ser tão duro consigo mesmo. Vida pessoal, profissional, amorosa, tudo isso pode entrar na frente do seu treino. Se isso acontecer, respire fundo e veja se pode tirar a diferença na próxima aula.

 

O seu estado de espírito é um fator muito importante na natação em águas abertas. Não adianta nada afiar a técnica, nadar como um profissa, só para chegar no mar e cometer um pequeno errinho, que vai comprometer completamente o seu estado mental e de quebra, a sua execução. Tranquilo, viu? Acima de tudo, você tem que aproveitar o esporte! Fazendo isso, você verá como terá ótimos resultados!

 

Escrever sobre preparo é fácil. Se preparar de verdade, são outros 500. Mas, confie em você mesmo e vai chegar no mar nadando muito!

Natação: Entre na onda dos seus filhos!

16
out 2015

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Em um relacionamento, todos os envolvidos desempenham papéis importantes. Isso não é diferente na vida esportiva, muito menos na natação. Nele, os professores ensinam, os alunos nadam e os pais dão apoio.

Já discutimos várias vezes aqui no blog da Speedo, a importância do comprometimento dos nadadores e dos treinadores. Ambos devem estar na mesma sintonia para garantir bons resultados aos dois lados. Agora é a hora de olhar para o lado de fora da piscina e ver o que você pode fazer para auxiliar os seus filhos a terem um futuro brilhante na natação.

 

1 – Crie nadadores independentes

É compreensível: Todo pai e mãe quer participar da vida dos filhos, mas há momentos em que o melhor a se fazer é deixar a criança se virar. Os professores se esforçam para criar nadadores independentes e autoconfiantes, que tenham a capacidade de tomar decisões de último segundo com tranquilidade.

Se os pais interferem em todos os problemas dos filhos, se a qualquer sinal de dificuldade eles se intrometem e tentam dizer para a criança, (e pior: para o treinador!) o que fazer, isso só vai acabar gerando uma dependência. Acompanhe o progresso do seu filho no esporte, ofereça apoio e o encoraje nos momentos mais complicados. E deixe que o resto seja feito pelo pequeno atleta e o seu professor.

2 – Deixe as crianças se desligarem da natação

Exagerar na dose nunca é bom. Essa máxima é especialmente válida quando ela envolve crianças. Elas perdem muito, mas muito rapidamente o interesse em atividades recorrentes. O problema é que há pais por ai que insistem em fazê-las viverem natação 24/7. Não faça isso. Deixe elas curtirem o esporte no ritmo delas. Evite conversas desnecessárias. Deixe que elas tragam as suas dúvidas e que compartilhem suas realizações com você de uma forma natural.

Em casa, deixe elas usarem o tempo delas da forma que desejarem e não faça cobranças e muito menos estabeleça metas no que envolver a natação. O começo do relacionamento delas com o esporte deve ser o mais tranquilo possível. Até por que, na melhor das hipóteses, elas farão carreira no esporte. E na pior, elas perderão o interesse por algo que pode não vir a ser o ganha pão delas, mas que serviria como fonte de saúde.

3 – Não interfira na metodologia dos professores

Essa é, com certeza, a melhor e maior das dicas que podemos te dar. Alguns pais enxergam o potencial dos filhos e passam a acompanha-los constantemente, apostando todas as suas fichas nas crianças e se achando os donos da verdade. O problema é que essa atitude de “cabeça nas alturas” pode acabar gerando conflitos entre pais e técnicos.

Imagine a cena: O responsável chega na aula e, julgando que o seu filho é melhor do que a turma em que ele está inserido, cobra do professor uma explicação, um motivo pelo qual a criança não está fazendo atividades que, em tese, seriam desafiadoras o suficiente para ela.

As chances do profissional se estressar com essa atitude são grandes. A menos que você tenha trabalhado anos na área, tanto quanto o treinador a quem você confiou o filhote, não conseguirá saber o que o seu filho precisa desenvolver. E tem a questão social da coisa toda também. Lembre-se, que antes de ser um esporte competitivo, a natação, especialmente para as crianças, é uma atividade social. Os professores não estão só treinando atletas. Eles também estão formando um ser humano. E as vezes, a única coisa que o baixinho precisa, é interagir com outras pessoas da mesma idade da dele.

Ame o seu filho, apoie-o em cada nova empreitada, mas, respeite o seu espaço também. Confie na criança e ela vai crescer e se tornar um bom atleta e uma boa pessoa!!

Natação: Quanto mais cedo, melhor!

02
out 2015

Infanto

Todos pais querem que as suas crianças cresçam fortes e saudáveis. Aí entra a natação: ela é uma unanimidade quando o assunto é desenvolvimento infantil. Quer entender os motivos que fazem dela uma prática tão recomendada? Você veio ao blog certo! ;D

Confiança

A natação leva a criança para um ambiente igualmente familiar e desconhecido: a água. Mesmo que ela não tenha memórias do tempo em que passou na barriga da mãe, ela instintivamente reconhece aquele cenário e, dependendo da idade, irá agir com muita naturalidade quando imersa nele.

Além disso, a criança desenvolve laços de segurança ao lado dos pais e educadores que a acompanham durante as aulas e nas atividades desenvolvidas dentro líquido.

Saúde

Problemas respiratórios, psicomotores e até mesmo de socialização podem serem trabalhados dentro da piscina. A natação fortalece aspectos neuromotores, musculares e cardiorrespiratórios. Ela também auxilia a desenvolver melhor as articulações do corpo e noções de espaço e ritmo.

Diversão

Por fim, não dá para negar: nadar é muito divertido! E se você acha que a diversão não tem suas vantagens, saiba que ela faz a criança se libertar da ansiedade, estresse (sim, estresse!) e da agressividade. Ou seja, ela é uma ótima maneira da turminha adquirir estabilidade emocional desde, cedo!

E aí, o que você tá esperando para colocar os seus filhos na aula de natação?