Na onda da segurança

27
nov 2015

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Férias, água e amigos espalhados por tudo o que é canto da casa. Dezembro vem aí e chega trazendo muito tempo de sobra para os mais jovens. A piscina e a praia, dois dos lugares favoritos das crianças durante esse período, passam a ocupar dois lugares nas mentes dos pais e mães: Por um lado, elas são as salvadoras da pátria, servindo de locais para juntar a turma e evitar que a casa seja destruída e que as horas sejam perdidas na frente da TV e do computador. Por outro, elas também assumem a forma de uma fonte de preocupações, um ambiente no qual, certas “brincadeiras”, podem acabar gerando muita dor de cabeça para a família.

Pensando nisso, preparamos esse post, no qual você vai encontrar algumas dicas que ajudarão a manter os seus filhos longe de problemas. Quer aproveitar melhor as férias, sem tem quer que ficar 24/7 ao lado água, supervisionando tudo o que acontece por lá? Então, comece a ler:

Se a piscina não está em uso e não vai ter supervisão, o jeito é ficar fechada.

Essa é simples: Crianças não são responsáveis por elas mesmas e nem por outras e você também não é omnipresente. Se não há nenhum responsável por perto para manter um olho na criançada, a melhor estratégia é impedir o acesso até a piscina.

Use lonas de proteção bem firmes, daquelas que aguentam bastante peso, para cobrir a água. Se possível, instale uma cerca de proteção ao redor da piscina e mantenha a área da casa onde ela se encontra, trancada. Como prevenção adicional, remova do espaço, todo e qualquer objeto que possa chamar a atenção dos pequenos.

Na praia, quem manda são os salva-vidas.

Procure ficar a, pelo menos, 500 metros do posto mais próximo de salva-vidas. Já discutimos isso num post anterior: quanto mais fácil para eles encontrar você, mais fácil fica o resgate caso ele seja necessário. Oriente os seus jovens e adolescentes a fazerem o mesmo.

Preste muita atenção nas placas e sinalizações espalhadas pela praia. Ela indica o estado do mar, se a água está boa para entrar ou se o melhor a se fazer é ficar longe dela. Ah! A velha máxima ainda cabe: quando o assunto são crianças, mar no umbigo, sinal de perigo!

É isso galera! Se divertir é sempre bom. E, fazer isso com segurança, é a sua garantia que isso acontecerá por muito mais tempo!

Quenianos: os mestres da corrida.

20
nov 2015

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É incontestável: quando falamos de corridas e maratonas, os quenianos estão muito a nossa frente de qualquer outro povo. Você deve estar aí, se perguntando o que os torna corredores tão capazes. Bom, não há um consenso.

Alguns especialistas defendem a herança genética. Como muitos quenianos nascem e crescem em lugares de altitude muito elevada seus corpos rapidamente se adaptam ao ar rarefeito, adquirindo capacidades pulmonares que vão muito além do corredor comum. Pulmões mais fortes e eficientes aumentam o número de hemácias no sangue, as células vermelhas responsáveis por transportar o oxigênio pelo organismo. Por sua vez, esse transporte eficaz aumenta a economia de energia do corpo, o que permite que eles façam movimentos mais complexos e eficientes sem gastar tanto o seu fôlego.

Outra razão que pode justificar a capacidade invejável que os quenianos têm de correr, é cultural. Sim, cultural! Os quenianos são um povo guerreiro. Eles treinam duro e bota duro nisso. Eles aprendem cedo a se manter ativos, a favorecer uma alimentação simples, saudável e rica em carboidratos e com pouquíssima gordura. Eles treinam em altitudes acima de 2.000 metros, em terrenos de terra batida, o que diminui o risco de lesão, mas exige o desprendimento de forças maiores a cada passada. Subidas? Descidas? Terrenos acidentados? Nada disso é motivo para deixar de treinar. A pobreza do seu país também não os impede em nada. Pelo contrário, eles enxergaram na corrida uma oportunidade de oferecer melhores condições de vida para as suas famílias. E agarraram essa chance com unhas e dentes, algo que só os grandes campeões são dignos de fazer.

Olha só um exemplo: a tetracampeã da Maratona de Boston, Catherine Ndereba, revelou certa vez que corria 120k por semana. Isso parece ser muito pouco perto dos 180k médios corridos por atletas de outros cantos do planeta. Parece. Ela divide o treino de forma a correr 3 vezes todo santo dia, sempre em ritmo de prova, o que aumenta muito a sua capacidade de se manter veloz por longos períodos de tempo.

Por essas e outras os quenianos não são apenas exemplos de corredores. Eles são, também, exemplos de vida.

Aos corredores de 1ª viagem.

13
nov 2015

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Sua primeira vez correndo uma prova vai ser, realmente, inesquecível. Quando você atravessar a linha de chegada e se der conta de que foi capaz de vencer um desafio que, até há pouco tempo atrás, lhe parecia impossível, a sensação de realização será indescritível e incomparável. Quer tirar ainda mais proveito dessa experiência deliciosa? É só seguir as nossas dicas:

1 – Controle a ansiedade.

É inevitável: antes do soar da buzina, você vai estar com os nervos à flor da pele. Isso pode acabar resultando em um outro problema: a sua ansiedade pode acabar fazendo você correr num ritmo muito diferente daquele que você vinha treinando. Daí, é só ladeira a baixo. A prova que deveria ser um motivo de orgulho, independente da sua colocação, vira uma experiência frustrante.

A dica é dar uma bela relaxada alguns dias antes da prova. Lembre-se: você não é um atleta profissional e, a menos que realmente esteja atrás de um pódio, não deve nada a ninguém além de si mesmo. Se necessário, desligue-se até mesmo da corrida, um dia antes da prova.

Durante a mesma, imprima o mesmo ritmo que você usa nos treinos. Não se distancie disso.

2 – Conheça o local da prova.

O terreno é irregular? Há elevações? Descidas? Quais os melhores pontos para se fazer uma ultrapassagem ou para aumentar a intensidade. Todas essas são informações preciosas que podem fazer você se sair melhor do que esperava.

Alguns dias antes da prova, corra o percurso dela. Vá se acostumando com roteiro, para não ser pego de surpresa.

3 – Comece a prova num ritmo mais fraco.

Essa é uma dica muito útil e que muita gente teima em fazer o contrário, o que praticamente escancara o despreparo e inexperiência delas.

Comece a prova mais lento do que o de costume. Poupe-se para os momentos mais oportunos e exigentes da disputa. O raciocínio por trás deste pensamento é simples: A maioria dos corredores de primeira viagem apostam tudo o que tem nos metros iniciais da prova.

Grande engano! Normalmente, esse começo de evento é muito tranquilo e não exige tanto do atleta. Daí, eles se deparam com um desafio maior, algo como uma subida íngreme e não tem fôlego nem para pensar em subir.

Poupe-se nos instantes iniciais da prova e use a sua energia inteligentemente. Só nessa batalha de estratégias, dá para eliminar uma grande quantidade de rivais.

*Curtiu as dicas? Conhece mais algumas? Compartilhe suas opiniões conosco nos comentários!

Aventurando-se no mar, com segurança.

06
nov 2015

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Nadar em águas abertas é uma atividade para os fortes. Mesmo assim, tem horas em que o mar resolve dar um susto nos atletas. Se isso acontecer, o que você mais precisa é manter a calma e pensar numa solução para a situação. E, da próxima vez, ter o cuidado triplicado!

Use toucas com cores fortes

Ajude a organização da prova a saber onde você está. Toucas com cores chamativas são mais fáceis de serem avistadas pelas embarcações que fazem a segurança de provas. Se você precisar de ajuda, eles perderão menos tempo te procurando. E, caso você esteja treinando, jet skis, lanchas e outras navegações poderão te ver de longe e sair do seu caminho rapidamente, evitando acidentes. A Speedo tem um monte de toucas coloridas, ideais para você nadar no mar. Olhe só: https://www.speedo.com.br/produtos/categoria/cat/24/tipo/68

Vai treinar no mar? Avise alguém!

Se o seu objetivo é praticar um pouco no mar aberto, tome o cuidado de avisar a um amigo, parente ou colega de treinos. Melhor ainda: fale com o salva-vidas do local. Se possível, dê a ele uma estimativa de quanto tempo deve levar treinando. Se as coisas saírem do controle, essa pessoa conseguirá acionar o resgate com agilidade, aumentando a sua segurança.

Na melhor da melhor das hipóteses, peça para que alguém acompanhe o seu trajeto numa embarcação, algo como um jet ski, de uma distância segura. Assim, ela será capaz de te prestar auxílio ainda mais rapidamente.

Cuidado com a hipotermia

Um dos maiores problemas da natação em águas abertas é a hipotermia, redução brusca da temperatura corporal. Uma das técnicas utilizadas pelos nadadores para lutar contra ela é forçar a exalação enquanto o seu rosto ainda estiver dentro da água. Procure usar também um traje de competição como o TS Pro Suit da Speedo, que foi desenvolvido para ser a sua melhor opção nas provas de triathlon e maratonas aquáticas. Ele oferece maior resistência contra a perda de temperatura, sem afetar a liberdade dos seus movimentos.

Cuidado com as boias

Nem sempre isso será possível, mas procure manter uma boa distância entre você e a boia quando você for contorná-la. Isso evitará que você prenda os seus braços e pernas nas cordas, algo que pode ser bem desesperador. Se, mesmo assim, isso acontecer, mantenha a calma e veja se consegue remover o seu membro. Foque nisso e não na competição. Troféu nenhum vale o seu bem-estar. Caso não consiga, sinalize para o staff da prova.

Conhece essas dicas? Conhece outras? Compartilhe conosco! Vamos tornar a natação em mares abertos uma atividade ainda mais segura!