Etiqueta à mesa para competidores campeões

07
dez 2018

Estranho o título, não é? Calma, ninguém vai te pedir para tirar os cotovelos da mesa durante as refeições. Estamos falando de um outro assunto: os bons modos alimentares para quem treina ou faz esportes e tem fome de vitória nas competições!

Isso mesmo, a alimentação é decisiva para a conquista de um grande desempenho na performance e também na recuperação das atividades. Não à toa, existem profissionais especializados no assunto – já ouviu falar em nutrição esportiva?

Fique com a gente para um aperitivo a seguir sobre o assunto!

Entradas: a alimentação pré-competições
Muitos atletas relatam que sentem dificuldade para comer antes das provas. Seja por acontecerem muito cedo, na parte da manhã, pela ansiedade, por se sentirem “pesados” ou enjoados. Porém, se você faz parte dessa turma e não tem conseguido atingir as suas metas, pode estar aí o problema!

O que comer varia de caso a caso, de modalidade para modalidade. No entanto, é fundamental garantir o combustível para arrebentar durante a ação, dando preferência a alimentos que o corpo já conhece e cerca de 3 horas antes da competição, para termos o tempo de digestão.

Não estamos falando de um banquete, mas alimentos e bebidas leves da classe de carboidratos de baixo IG (índice glicêmico), que liberam energia para o corpo e o cérebro progressivamente, costumam estar presentes nestes cardápios. São as oleaginosas, como castanhas e amendoim, frutas com menor IG, como maçã e laranja, cereais, lentilhas, iogurtes e massas integrais. Enfim, fale com o seu nutricionista esportivo e não pule as entradas!

Prato principal: mas como assim, comer durante a prova? Pode isso, Arnaldo?
Em alguns casos, como por exemplo, os esportes aquáticos, comer e digerir efetivamente durante a atividade pode ser muito difícil. Até por isso, normalmente dá-se ênfase à alimentação antes e após o exercício.

Contudo, às vezes, como no caso da natação, o ambiente de competição pode ser extremamente quente e úmido, ou ter outras adversidades de clima que exigem mais uso de recursos para adaptação e aumentam a perda de líquidos do corpo, afetando a concentração e nível de habilidade do atleta.

Então, possivelmente você precise de um reforço. Mas não precisa se empolgar: comumente, a recomendação do nutricionista esportivo nessa hora será para que você “faça o fino” e fique nas bebidas esportivas e energéticos, fluídos adequados para as sessões de treino prolongados que fornecem eletrólitos e carboidratos para dar mais explosão e não fazer feio nas piscinas.

Sobremesa: oba!
A orientação geral da etiqueta pós-prova é de consumir um snack de recuperação imediatamente, dentro de até 30 minutos depois de terminar a competição. Só não se anime muito: dificilmente seu nutricionista esportivo irá recomendar doces com alto teor de gordura, né? Geralmente, este menu inclui carboidratos complexos, proteínas magras e bebidas repositoras, como barras de cereais, sanduíches de frios com salada, sucos e isotônicos. Mais tarde, deve acontecer a refeição substancial que você merece. Afinal, que garra hein?

E pra você? Quais maneiras à mesa fazem toda a diferença na hora de se tornar campeão? Conte para gente o segredo. E não deixe de procurar um nutricionista para entender melhor as práticas alimentares para competidores. Acredite, faz toda a diferença!

Fontes de apoio: TáFitness.net | GloboEsporte.com | ViivaAssessoria.com | AmaralNatacao.com.br

Como exercícios podem proteger e tratar as articulações?

30
nov 2018

Dor, inchaço, ruído e um grande desconforto são os principais sintomas de quem tem algum problema nas articulações, os famosos “desgastes” que assombram, principalmente, atletas e idosos. Muitos casos acabam não recebendo o devido cuidado e se tornam graves com o passar do tempo. Mas você sabia que alguns exercícios podem proteger e até evitar que este problema apareça em sua vida?

O que são articulações?
De forma simples, as articulações são pontos de encontro entre ossos. Existem diferentes tipos, como a cartilagem articular, ligamentos e meniscos, que são caracterizados pelo grau de mobilidade que oferecem ao esqueleto, ajudando na movimentação, sustentação e até amortecimento.

As bolsas sinoviais, que compõem o interior das articulações móveis, atuam como amortecedores que, por terem um líquido viscoso em sua composição, colaboram na diminuição do impacto. Com o passar dos anos, a produção deste líquido diminui, deixando os ossos mais próximos e com maior probabilidade de choque. Por este motivo, os problemas são mais comuns com o avanço da idade, além do desgaste natural.

Fatores de risco
Muitas condições colaboram para o agravamento da deterioração, e é essencial ficar atento a estes pontos:

  • histórico familiar;
  • idade avançada;
  • obesidade;
  • lesão articular ou movimentação repetitiva;
  • má-formação.

Alguns especialistas destacam que doenças que interferem em ossos e músculos, como lúpus, gota e fibromialgia, podem intensificar os problemas nas articulações. Acompanhe regularmente como está a sua saúde para amenizar os impactos em seu cotidiano e fazer com que as dores não se tornem crônicas.

Para proteger e tratar as articulações
Imagine uma porta que não é usada há muito tempo. Agora pense em abrir ou fechá-la. Difícil, não é mesmo? As nossas articulações funcionam mais ou menos da mesma forma, se você não movimentá-las, ações simples ficarão cada vez mais difíceis.

Para prevenir o “enferrujamento”, o esporte é uma boa alternativa. Com a atividade física, os nutrientes conseguem circular melhor pelo corpo e chegar com mais rapidez às articulações. E com tecidos fortes, as chances de rompimento ou qualquer outro tipo de lesão diminuem.

Fortalecimento e alongamento ajudam a deixar tudo no lugar. Com músculos bem posicionados e livres do encurtamento, o seu corpo estará em sintonia para um futuro sem dores crônicas ou desgastes prematuros de cartilagem.

#Dica – carregar pesos excessivos, como sacolas de mercado ou bolsas, podem prejudicar dedos, punhos, cotovelos e até o ombro. Fique ligado!

Consulte sempre um médico
O auxílio de um profissional é imprescindível, ainda mais quando o assunto é a sua qualidade de vida no futuro. Por isso, consulte periodicamente o seu ortopedista e relate qualquer problema, algo que parece sem importância agora pode se tornar um problema no futuro, como lesões constantes no mesmo local ou uma dorzinha que aparece raramente.
Outra dica é manter músculos firmes e bem protegidos com a linha especial Speedo Sport Protection, que além de proporcionar melhor desempenho, colabora na segurança de uma prática esportiva reduz as chances de lesões.
Quer receber mais dicas sobre a sua saúde no esporte? Siga nossas redes sociais e fique por dentro do nosso conteúdo para um esporte com melhor performance!

Fontes:
Globo Esporte | Bem Estar | Saúde | Toda Matéria

Outubro Rosa: uma história de resiliência por meio do esporte

26
out 2018

Quando começamos a receber as inscrições para o Desafio Speedo 40, programa que reúne 40 atletas amadores em treinos acompanhados por nossa equipe para a prova Fuga das Ilhas 2018, ficamos surpresos com a quantidade de histórias emocionantes enviadas. Entre elas está a da Daniela Durr, que encontrou no esporte a força para superar um câncer de mama.

Neste mês de conscientização sobre a doença, o Outubro Rosa, trazemos uma entrevista inspiradora da Dani, que é mãe, advogada e vencedora. Quer saber como foi a jornada dela? Leia abaixo!

Speedo: Qual era a sua relação com o esporte antes de descobrir o câncer de mama?
Quando morei em Florianópolis, em 2004, vivia uma rotina workaholic. Não cuidava da alimentação e muito menos praticava atividades físicas. Morar perto do mar e ver tantos esportes aquáticos me inspirou, mas como ainda mantinha uma rotina intensa de trabalho, comecei a correr e fazer caminhadas casualmente. Voltei para São Paulo depois de quatro anos e passei por uma depressão muito intensa, que fez com que eu ganhasse muitos quilos a mais. Para mudar esta situação, me matriculei na academia e voltei, aos poucos, a me exercitar, mas foi só após o nascimento do meu filho que decidi mudar meu corpo e alimentação. Fiz circuito, corrida, spinning e musculação. Voltei a ter um peso saudável e para melhorar performance da corrida voltei a nadar, e foi aí que redescobri esta paixão. Poucos meses depois de voltar à piscina, por causa de um tombo que machucou e inchou a mama esquerda, senti um nódulo. Tinha feito mamografia dois meses antes e nada foi constado. Procurei minha ginecologista e com uma ultrassonografia confirmamos que havia algo errado, que logo após, com a biópsia, foi diagnosticado corretamente.

S.: Como foi a descoberta?
Quando fiz o ultrassom e apareceu uma imagem suspeita tive já a sensação de algo errado em mim. Quando peguei o resultado da biópsia e a confirmação do câncer, um tipo não tão comum que afeta os lóbulos e por isso se chama carcinoma lobular invasivo, eu decidi, comigo mesma, a não me sentenciar a nada, apenas a minha cura. Meu foco foi vencer.

S.: Como o esporte ajudou você durante o tratamento?
O esporte ajudou a ter uma mente resiliente desde o diagnóstico até enquanto eu me tratava. Ele ensina a ter disciplina, cuidar da alimentação, manter o foco e reconhecer meus limites.

Após a cirurgia, descobri que meu tumor era maior do que identificado nas imagens e, por isso, o meu protocolo de tratamento incluiria a quimioterapia, além de radioterapia e de hormonioterapia para evitar reincidência. Com a quimioterapia percebi que o esporte condicionou meu corpo a tolerar os efeitos.

S.: Como ficou a sua vida depois do tratamento? O que mudou em alimentação, exercício, família e visão de mundo?
Quando eu descobri o tumor, associei ao estilo de vida que não se preocupava com alimentação, sono, estresse ou cuidados mínimos com o corpo. Não se sabe ao certo a origem de um câncer, mas há muitos fatores que colaboram para o seu desenvolvimento.

A minha família e amigos foram essenciais durante o tratamento. Na academia, encontrei professores e amigos que me incentivaram. Foi uma decisão pessoal não usar peruca, pois me sentia melhor sem ela, e meu marido, filho e amigos sempre me diziam como eu estava bonita e bem.

A minha visão de mundo mudou após o câncer. Dentro da minha perspectiva, lutar pela vida, sair da zona de conforto e enfrentar os desafios faz com que você perceba melhor as oportunidades de sua jornada. Aprendi que, mesmo no pior momento da sua vida, você pode transformar tudo em algo positivo.

S.: Por que e como foi entrar no Desafio Speedo 40?
Durante a quimioterapia, eu brincava com as enfermeiras propondo desafios a elas, como fazer uma prova de corrida. A natação foi interrompida, neste período, por conta do diagnóstico, justo na época em que estava mais empolgada em melhorar minha performance para nadar uma prova no mar. Da descoberta até o início do tratamento, treinava para participar pela primeira vez do Fuga das Ilhas. Isso ficou guardado em mim.

Quando vi o anúncio sobre o Desafio Speedo 40, achei que era a minha oportunidade de retomar meu sonho. Fiz o vídeo e mandei. Fiquei muito feliz quando fui escolhida e o projeto é realmente um incentivador para este meu novo período. A cada treino encontro pessoas em busca dos seus sonhos. E sabe do que mais? Eu já estou pensando na travessia do Estreito de Bósforo após a Fuga das Ilhas, e como diz o Igor, meu “técnico top: Who knows?

S.: Tem algum conselho ou aprendizado que gostaria de compartilhar?
Procure uma atividade física que lhe traga o bem-estar e a qualidade de uma vida mais saudável. Faça os exames periodicamente e não tenha receio em procurar um médico ao sentir um nódulo na mama. Solidarize-se com o Outubro Rosa, porque conscientização e informação ajudam a desmistificar medos irreais quanto ao diagnóstico ou tratamento.
Para quem teve ou está com câncer de mama, ele não é uma sentença. É um desafio de superação, de resiliência e de fé. Acredite na cura e nunca desista de ser feliz e realizar seus sonhos.

Crianças no esporte: uma habilidade para a vida!

04
out 2018

Unânime entre pais e responsáveis, a prática esportiva na infância faz parte da rotina de muitos pequenos que, por amor ou por hobby, se dedicam e descobrem novas habilidades para a vida.

Em comemoração ao Dia das Crianças, preparamos um especial para orientar pais e mães sobre os cuidados com as crianças no esporte. Dos benefícios para o desenvolvimento da garotada às cautelas para uma prática saudável, leia abaixo algumas dicas que reunimos para que os pequenos atletas levem o esporte numa boa!

Benefícios da atividade física
Toda atividade física colabora para o desenvolvimento, mas quando o assunto é esporte para crianças, o aprendizado tem uma força muito maior. Elas estão descobrindo um novo mundo agora, e toda atividade vem recheada de significados que serão levados para toda a vida.

Compartilhar o mesmo espaço e objetivos durante uma atividade faz com que as crianças aprendam lições importantes sobre espírito de equipe e sobre a socialização. O contato social com pequenos da mesma faixa etária colabora no amadurecimento psicológico, fazendo com que o seu filho ou filha consiga ser mais independente.

O desenvolvimento motor e físico, motivos pelos quais muitos pais buscam colocando os filhos no esporte, são pontos de destaque também. Com estrutura corpórea ainda em formação, trabalhar musculatura e equilíbrio, sempre de forma maneirada, colaboram para que os pequenos sejam mais autônomos em suas funções.

Preparar, apontar e…
Donas de uma energia surreal, as crianças encontram na atividade física uma alternativa para extravasar. Além disso, manter uma rotina de treinos pode fazer com que estes pequenos talentos se transformem em grandes atletas no futuro.

Uma boa parcela dos atletas que hoje competem em equipes de elite iniciou sua jornada na infância, desenvolvendo desde cedo habilidades cruciais para ser um grande nome no esporte. Acompanhe de perto e converse com os professores do seu miniatleta, afinal, é muito importante saber se os treinos estão fazendo bem e trazendo resultados a ele.

Alerta aos pequenos e aos pais que estão entusiasmados: vá devagar! Artigo divulgado na SMAD (Revista Eletrônica de Saúde Mental, Álcool e Drogas), desenvolvido pelos autores brasileiros Ms. Bruno de Oliveira Pinheiro, Dr. André Luiz Monezi e Dra. Denise De Micheli, mostra que adolescente que têm uma alta intensidade em treinos apresentam índices ruins de qualidade de vida, tendendo a consumir substâncias psicotrópica e outras drogas. Além do mais, é imprescindível equilibrar a rotina com os estudos e tempo de lazer. Fique atento!

Programa para toda família
Que tal fazer do esporte do seu pequeno uma atividade em família? Levar as crianças para participarem de competições ou reunir todos para um dia diferente é inspirador, além de ser algo divertido. Com todos na mesma sintonia, a sua casa será uma fonte de qualidade de vida!

Busque novas brincadeiras inspiradas no esporte, como aposta de corrida ou até buscar objetos no fundo da piscina, assim ninguém percebe que está se exercitando. É um ótimo programa para todos.

Gostou de nossas dicas? Acompanhe nossas redes sociais e fique por dentro das novidades Speedo.

Referências:
Brasil Escola
Caderno E+ Estadão
Ativo Saúde
Eu Atleta
Jornal da USP

Saiba como se prevenir e cuidar das dores musculares após o treino

24
set 2018

Começou a malhar há pouco tempo ou está determinado em aumentar a intensidade dos seus treinos? Então, muita calma nessa hora! Especialmente nesses momentos de grande empolgação acabamos exigindo muito do nosso corpo e é comum que as dores musculares depois dos treinos fiquem mais fortes.

Apesar de muitas pessoas acharem que elas são sinais de superação nos exercícios, esses traumas nos músculos não devem ser entendidos assim. Afinal, o que os especialistas recomendam é que a prática seja sempre gradativa para não gerar desconfortos tão intensos que, acredite, vão dificultar até mesmo simples movimentos do seu dia a dia.

Vamos entender o que provoca tais dores, ver algumas técnicas que ajudam (e muito!) a evitá-las no pós-treino e também a tratá-las quando elas aparecerem por aí? Continue lendo!

Saindo da zona de conforto
A dor, que surge geralmente na manhã seguinte ao treino, é resultado do esforço ao qual o músculo foi submetido. Isso significa que ele não estava acostumado a trabalhar e foi estimulado. Até aí, tudo bem, já que é considerada uma reação natural da região e também é conhecida como dor muscular de início tardio (DMIT). Mas conforme o corpo vai entrando no ritmo dos exercícios, essas dores devem diminuir. Se houver dor sempre que treinar, algo não está certo. Fique de olho!

Alongar é indispensável
A primeira dica fundamental para qualquer estágio é o alongamento. Além de gerar uma maior sensação de relaxamento, alongar contribui para reduzir as chances de estiramentos musculares e aumenta a flexibilidade. Segundo a personal trainer James Shapiro, “estudos mostram que fazer 10 minutos de cardio de baixa intensidade está no mesmo nível de fazer uma sessão de alongamento”. Então, uma caminhada ou pedalada estão valendo!

O alongamento antes de dormir também ajuda a circulação, fazendo com os nutrientes necessários para as repor as minifissuras provocadas nos músculos a cada treino cheguem mais facilmente, melhorando a reconstrução do tecido.

Devagar e sempre
A gente sabe que se desafiar é uma motivação extra para suar a camisa, mas não adianta ficar sofrendo toda vez que for para academia ou praticar seu esporte favorito. Conte com o auxílio de um profissional para te ajudar a definir a intensidade dos movimentos de forma progressiva. Assim, mesmo que as dores sejam inevitáveis quando mudamos a rotina de treinos, os níveis serão mais razoáveis e elas irão embora mais rápido. Ou seja, respeite seus limites, perceba seu corpo e conquiste resultados realmente satisfatórios.

Alimentos que dão aquela forcinha
Aposte em alimentos ricos em fibras, por exemplo, carne, ovo, leite e iogurte, pois eles contribuem para a reconstrução da massa muscular. Além disso, aumentar a ingestão de Ômega 3 com peixe, abacate, nozes e couve – ou até mesmo com suplementação – também ajuda devido à atuação anti-inflamatória. Gengibre e açafrão também entram na lista dos alimentos recomendados!

Libere as tensões
Conhecida como liberação miofascial, a técnica tem como objetivo aliviar as tensões da fáscia – membrana presente em todo o corpo que funciona como uma “capa” que fica entre a pele e os músculos – e relaxar a musculatura, prevenindo dores e lesões. Você mesmo pode realizar essa prática com o auxílio de um rolo de espuma. Se preferir, peça ao seu treinador ou a um fisioterapeuta.

O que fazer quando sentir dor pós-treino?
As dores musculares que aparecem depois de uma prática mais exigente requerem alguns cuidados. O descanso da região que está dolorida é muito importante para não força-la ainda mais. Mas não use isso como desculpa para a preguiça: faça a recuperação ativa, ou seja, dê continuidade aos exercícios com uma intensidade menor, sem trabalhar demais áreas afetadas, já que os movimentos melhoram o fluxo sanguíneo e produzem endorfina, o que melhora a sensação de bem-estar.

Massagens e compressas de gelo também ajudam a minimizar os desconfortos, mas, caso as dores persistam por mais de uma semana, será necessário procurar um médico para verificar se houve algum dano mais grave na musculatura.

Pronto! Agora você já sabe como aliviar e reduzir essas dores que costumam dar as caras depois dos treinos e está preparado para fazer todos os exercícios valerem cada gota de suor, sem jamais prejudicar a sua saúde e seus movimentos. Se você curtiu essas dicas, que tal compartilhar com seus colegas de atividades físicas?

Fontes:
Women’s Health
Mundo Boa Forma
Hora do Treino