O Eu Atleta testou: Bermuda de compressão

15
ago 2014

“Modelo da Speedo promete auxiliar no alívio das dores e da fadiga muscular, a evitar o atrito entre as pernas e a melhorar a circulação sanguínea no local”.

A Speedo, uma das marcas licenciadas pela Trifil, apresentou no mercado a Bermuda de Compressão para esportistas. Com o objetivo de aumentar a performance dos atletas competitivos, o produto foi desenvolvido para ter um ajuste perfeito ao corpo, permitindo assim uma maior flexibilidade dos movimentos. O modelo também promete auxiliar no alívio das dores e da fadiga muscular, deve evitar o atrito entre as pernas e melhorar a circulação sanguínea. Além disso, a bermuda de compressão possui proteção contra raios UV e é fabricada com tecidos de alta tecnologia que permitem que o calor seja distribuído de forma uniforme, proporcionando um maior conforto térmico.

Fonte: Eu Atleta

História de superação – Rosângela Souza Barbieri

14
mai 2014

“Antes de engravidar, pesava 65 quilos. Engordei 30 quilos em nove meses – passei de 65 para 95 quilos – e achava que voltaria ao peso de antes durante a amamentação. Mas isso não aconteceu. Quando minha filha tinha quase 3 anos, eu ainda pesava 90 quilos, embora oscilasse para mais e para menos por causa das dietas radicais que eu fazia de vez em quando. Minha autoestima estava no chão, me sentia horrível a ponto de fugir do espelho.

Ao olhar minhas fotos daquela época, vejo que estou sempre atrás de alguém ou com minha filha no colo para me esconder. Não tinha vontade de me exercitar, comia errado e faltava motivação para me cuidar.

Comecei trocando o carro pela bicicleta na hora de ir ao trabalho. Comecei a maneirar no chocolate, que eu comia o dia inteiro. Entrei na academia (fazia esteira, musculação e jump) e emagreci 10 quilos em três meses.

Nessa época, mudei de cidade e de emprego e dei uma guinada na minha vida, o que foi uma injeção de ânimo. Segui minha rotina de exercícios e reeducação alimentar (incluí verduras e legumes na dieta, cortei frituras, doces e refrigerantes) e, em onze meses, sequei mais de 20 quilos.

Há quatro anos comecei a correr, e os treinos mudaram minha vida, me ensinando que posso chegar aonde eu
quiser. Agora, quero manter o que conquistei – hoje o meu corpo é mais bonito e definido – e ir cada vez mais longe no esporte.Cheguei a pesar 95 quilos e emagreci 33 quilos em um ano e dois meses. No total eliminei 35 quilos. Com a ajuda da minha nutricionista Adriane Rodriguez, perdi mais gordura e defini o corpo. Agora estamos em busca do equilíbrio para maratona.

TUDO PELA CORRIDA
O esporte foi decisivo: todo o meu esforço é focado na corrida. Além de comer de forma equilibrada, tenho hábitos saudáveis e durmo bem. Tudo influencia no peso, e cada quilo a mais faz diferença para manter o ritmo.

Já enfrentei mais de 70 provas de corrida de rua, completei a São Silvestre em 2012, que era um dos meus maiores sonhos. Em 2013 fiz duas meias maratonas, foi incrível, mais uma meta cumprida com esforço e dedicação. A energia da turma e o gostinho de superação não deixam você desistir.

A meta para 2014 é completar minha primeira maratona, estou treinando e me dedicando muito para isso. Atualmente treino seis vezes por semana, intercalando musculação e corrida. A única coisa que ganhei sem fazer esforço foi peso! Quando comecei a suar o top, a fazer reeducação alimentar, levar a sério que isso é para a vida toda, mandei 35 quilos para o espaço. Tenha comprometimento e disciplina! Quer emagrecer? Sem esforço, não tem resultado, ninguém poderá fazer isso por você. Acredito que tudo depende de nós, da nossa mudança, da nossa atitude. Não adianta ficar em casa reclamando, comendo em frente à TV, e não fazer nada para mudar. Todos nós somos capazes, mas é necessário mexer o corpinho, fazer exercícios com muita disciplina e alimentação equilibrada. Não consegue sozinha? Procure ajuda profissional, pois fará toda a diferença!”- Rosângela Souza Barbieri

Excesso de Exercícios traz mais risco de lesões e problemas cardíacos

28
abr 2014

Há algum tempo, pesquisadores cardiologistas e médicos do esporte notaram que vários atletas de muito alto rendimento e ex-atletas ativos que praticaram exercícios, incluindo treinamentos e competições aeróbicas, e atingiram mais de 14.000 horas (por exemplo, um atleta que praticou 6 horas por dia em 6 dias por semana chegou a 1.700 horas por ano de esportes) tinham maior chance de desencadear a fibrilação atrial aguda.

A mais recente publicação de impacto científico sobre esse tema foi feita em dezembro de 2013, na revista European Heart Journal, que no editorial dos médicos Gerche e Schmied afirmou a preocupação com os exageros radicais dos exercícios.

A recomendação preventiva começa no abandono de hábitos alimentares não saudáveis e do uso de anabolizantes, dos energéticos não legalizados no Brasil, que são ingeridos em quantidades abusivas altamente danosas e até letais, correção dos fatores de risco cardiovascular, mesmo se pouco alterados (colesterol, pressão arterial, tabagismo, alcoolismo), tratamento adequado das viroses, com repouso obrigatório, e finalmente conhecer quais as intensidades e o volume dos treinamentos com a ajuda de um profissional de educação física.

Existem dois tipos de arritmia, chamados de fibrilação: a ventricular, quando o impulso elétrico que faz o coração se contrair não chega de modo contínuo e organizado, e sim como luzes de leds que se acendem e apagam, sem sequência lógica.

Nesse caso, o miocárdio fica literalmente “tremendo”, o que significa na prática uma parada cardíaca. A outra fi¬brilação é a atrial (dos átrios), originada na cavidade da parte superior do coração. O átrio esquerdo e o direito se contraem para enviar o sangue aos ventrículos, numa sincronia que é o batimento cardíaco regular.

Em repouso, os batimentos podem variar ao redor de 40 a 60 por minutos e, durante uma atividade física intensa, podem atingir 200 por minuto. Na fibrilação atrial, a quantidade de sangue efetiva que sai para os ventrículos é 30% menor do que o habitual, o que é um prejuízo para a atividade física e sua performance. Como os ventrículos estão bombeando normalmente, podemos viver, porém sem exageros físicos. Se essa arritmia persistir por mais de 48 horas, existe o risco de ocorrer
um AVC (acidente vascular cerebral ou encefálico).

O tratamento da fibrilação atrial é feito com medicamentos ou por meio de choque elétrico da cardioversão (que reverte para o ritmo regular) ou mais modernamente por ablação (cauterização dos focos), ou até mesmo por cirurgia cardíaca.

Fonte: Eu Atleta

Saiba o que fazer para se proteger de raios e trovões durante o treino

11
abr 2014

Nós, atletas e esportistas, praticamos nossa agenda de exercícios, ao ar livre na maioria das vezes. Estamos em plena temporada de chuvas de verão com relâmpagos e trovões, no país de maior incidência deles no mundo, e para piorar com número de mortes crescente.

Vou começar explicando sobre a descarga elétrica, o raio, que ocorre entre uma nuvem carregada de eletricidade e um ponto mais alto de um determinado lugar em terra, como por exemplo, os para-raios dos edifícios. Na falta deles, uma descarga pode atingir qualquer objeto que tenha forma pontiaguda como postes, árvores e até os mourões de cercas das áreas rurais.

Se você estiver num espaço aberto como campo de futebol, praia, seja de pé, sentado ou nadando procure rapidamente sair do local, pois o seu corpo, principalmente sua cabeça será o ponto mais alto daquele lugar, o que te transforma em alvo de um raio.

Uma descarga elétrica dessa natureza, possui uma potência média de 15.000 ampéres (um chuveiro apresenta potência de 30 ampéres).

Em uma tempestade procure abrigo dentro de um carro, em uma casa, fique longe de janelas, varais metálicos, fiação elétrica e telefônica, objetos metálicos e pontiagudos, correntes no pescoço etc.

O que acontece quando uma pessoa é atingida por raio ou um relâmpago? Ocorre uma parada respiratória e parada cardíaca. A recomendação mais importante e decisiva, NUNCA CARREGUE a vítima, que deve ficar no local, num piso firme para poder fazer a massagem cardíaca, peça ajuda de outros para chamar o SAMU.

Levante o queixo da vítima, inclinando a cabeça para trás e inicie a massagem cardíaca vigorosa, com as duas mãos superpostas sobre o osso esterno (no meio do tórax), que para ser eficiente, deve-se manter os braços fixos, sem dobrar os cotovelos, a força deve ser apenas o peso do corpo para deprimir o esterno 3 a 5 cm em cada compressão. A quantidade de compressões no adulto é de 100 vezes/minuto e não é necessária respiração boca a boca, se não souber fazê-la. Reveze com outras pessoas as manobras de massagem até a chegada da ajuda médica ou paramédica.

Carregar pelos braços e pernas uma vítima de parada cardíaca é lhe tirar as poucas chances de ressuscitação. Aliás, isso serve para qualquer vitima de parada cardiorrespiratória. A sobrevida depende de se manter oxigenação cerebral mínima pela compressão do tórax, até que a pessoa volte a respirar espontaneamente.

Não é fácil ter bons resultados, mas o pior é não fazer nada. O que vimos nas reportagens recentes foram atos de desespero natural, e nenhuma manobra que pudesse ajudar. Se estiver sozinho com a vítima, permaneça o tempo todo ao seu lado, massageando e aguardando ajuda, e lembro que o prazo que temos para iniciar a massagem e tentar salvar é de até três minutos no máximo, então não perca tempo!

Fonte: Eu Atleta

Duatlo é grande oportunidade para quem gosta de correr e pedalar

06
fev 2014

Diferente do triatlo que começa com a natação, o duatlo começa com a corrida.Uma grande oportunidade para quem gosta de correr e pedalar

Esse esporte é uma grande oportunidade para quem gosta de correr e pedalar. Diferente do triatlo que começa com a natação, o duatlo começa com a corrida. Um trecho de ciclismo vem logo depois, e uma segunda corrida completa o evento. De acordo com a União Internacional de Triatlo (ITU), existem 3 principais distâncias de Duatlo:

Continuar lendo