5 brincadeiras para fazer na piscina neste verão

17
dez 2018

Férias escolares, viagens em família e verão! O fim de ano é cheio de emoções para todo mundo, e para você, amigos e família curtirem essa estação, trazemos em nosso blog algumas brincadeiras superdivertidas para serem feitas na água, claro!

Além de aproveitar a piscina, as atividades também ajudam a mexer o corpo para todos se exercitarem de um jeito descontraído e, no caso das crianças, ainda auxiliam no desenvolvimento da coordenação e no treino movimentos que são usados na natação. Quer ver quais são as brincadeiras? Continue lendo!

Marco Polo
Com pelo menos 4 participantes, o clássico das piscinas tem regras fáceis e é ótimo para toda a família. Você vai precisar apenas de uma venda para o pegador, que ficará no centro da piscina com os olhos vendados e que deverá adivinhar onde estão as outras pessoas apenas pelo som. Cada vez que ele gritar “Marco”, os outros jogadores deverão responder “polo”. Quem for pego se torna o novo pegador, recomeçando todo o jogo.

A atividade instiga os sentidos das crianças, colaborando também em sua concentração, já que elas dependem disso para não serem mais o pegador do jogo. Para os pequenos que têm medo da água, a brincadeira não é aconselhável, pois sem a visão eles podem se desesperar e passar por uma situação desconfortável.

Túnel
Já para a criançada que já é mais experiente na água, é hora de treinar novas habilidades! O túnel é uma brincadeira que pode ser feita em dupla e é bastante simples: o desafio é passar entre as pernas de outra pessoa. Uma dica é aumentar a dificuldade, deixando o espaço para a passagem cada vez mais estreito. Não esqueça os óculos de natação! Ter uma boa visão ajudará muito na hora de vencer essa prova.

Caça ao Tesouro
Brinquedos, tampinhas de garrafa ou qualquer objeto que afunde na água serão o tesouro que deverá ser caçado nesta atividade. Reúna as crianças fora da piscina e faça com que elas contem até 10 com os olhos fechados. Enquanto isso, você jogará os objetos na piscina em diferentes lugares. Assim que terminarem a contagem, elas deverão cair na água em busca das relíquias. Quem achar mais, ganha a competição!

Quando as crianças mergulharem, fique atento para que não passem muito tempo submersas e acabem engolindo água. Caso isso aconteça, chame o guarda-vidas imediatamente para auxiliar.

Queimada
Em duplas ou com times maiores, forme duas equipes e separe a piscina ao meio. O objetivo é acertar a bola no adversário sem deixar pingar na água ou sem que o outro time pegue a bola antes de encostar em alguém. Os queimados podem migrar para o outro time, ir para o “cemitério” para ainda ajudar na vitória da sua equipe ou saírem do jogo. Tudo depende das regras que você estipular no começo da partida.

Opte por bolas não muito pesadas para não machucar e não muito leves a ponto de não cruzar para o outro lado da “quadra”. Vai ser só diversão!

Vôlei
Um dos esportes mais praticados nas areias da praia durante o verão pode invadir a sua piscina também. Com uma rede e dois times, jogar vôlei na água é refrescante e extremamente divertido. A dica é usar a bola do grande jogador, Marcelo Negrão, para completar o jogo com chave de ouro. Sem contar que a movimentação mais lenta na água faz com que as jogadas se tornem motivos para boas risadas!

Prontos para se divertir? Lembre-se sempre de passar filtro solar e reaplicar a cada 2 ou 3 horas, além de ficar sempre atento ao horário para que as crianças não sofram com queimaduras solares ou insolação. Ah! Cheque sempre a profundidade da piscina antes de mergulhar com os pequenos: a altura ideal é abaixo do peito. Agora, com tudo pronto, aproveite tudo de bom neste verão!

Etiqueta à mesa para competidores campeões

07
dez 2018

Estranho o título, não é? Calma, ninguém vai te pedir para tirar os cotovelos da mesa durante as refeições. Estamos falando de um outro assunto: os bons modos alimentares para quem treina ou faz esportes e tem fome de vitória nas competições!

Isso mesmo, a alimentação é decisiva para a conquista de um grande desempenho na performance e também na recuperação das atividades. Não à toa, existem profissionais especializados no assunto – já ouviu falar em nutrição esportiva?

Fique com a gente para um aperitivo a seguir sobre o assunto!

Entradas: a alimentação pré-competições
Muitos atletas relatam que sentem dificuldade para comer antes das provas. Seja por acontecerem muito cedo, na parte da manhã, pela ansiedade, por se sentirem “pesados” ou enjoados. Porém, se você faz parte dessa turma e não tem conseguido atingir as suas metas, pode estar aí o problema!

O que comer varia de caso a caso, de modalidade para modalidade. No entanto, é fundamental garantir o combustível para arrebentar durante a ação, dando preferência a alimentos que o corpo já conhece e cerca de 3 horas antes da competição, para termos o tempo de digestão.

Não estamos falando de um banquete, mas alimentos e bebidas leves da classe de carboidratos de baixo IG (índice glicêmico), que liberam energia para o corpo e o cérebro progressivamente, costumam estar presentes nestes cardápios. São as oleaginosas, como castanhas e amendoim, frutas com menor IG, como maçã e laranja, cereais, lentilhas, iogurtes e massas integrais. Enfim, fale com o seu nutricionista esportivo e não pule as entradas!

Prato principal: mas como assim, comer durante a prova? Pode isso, Arnaldo?
Em alguns casos, como por exemplo, os esportes aquáticos, comer e digerir efetivamente durante a atividade pode ser muito difícil. Até por isso, normalmente dá-se ênfase à alimentação antes e após o exercício.

Contudo, às vezes, como no caso da natação, o ambiente de competição pode ser extremamente quente e úmido, ou ter outras adversidades de clima que exigem mais uso de recursos para adaptação e aumentam a perda de líquidos do corpo, afetando a concentração e nível de habilidade do atleta.

Então, possivelmente você precise de um reforço. Mas não precisa se empolgar: comumente, a recomendação do nutricionista esportivo nessa hora será para que você “faça o fino” e fique nas bebidas esportivas e energéticos, fluídos adequados para as sessões de treino prolongados que fornecem eletrólitos e carboidratos para dar mais explosão e não fazer feio nas piscinas.

Sobremesa: oba!
A orientação geral da etiqueta pós-prova é de consumir um snack de recuperação imediatamente, dentro de até 30 minutos depois de terminar a competição. Só não se anime muito: dificilmente seu nutricionista esportivo irá recomendar doces com alto teor de gordura, né? Geralmente, este menu inclui carboidratos complexos, proteínas magras e bebidas repositoras, como barras de cereais, sanduíches de frios com salada, sucos e isotônicos. Mais tarde, deve acontecer a refeição substancial que você merece. Afinal, que garra hein?

E pra você? Quais maneiras à mesa fazem toda a diferença na hora de se tornar campeão? Conte para gente o segredo. E não deixe de procurar um nutricionista para entender melhor as práticas alimentares para competidores. Acredite, faz toda a diferença!

Fontes de apoio: TáFitness.net | GloboEsporte.com | ViivaAssessoria.com | AmaralNatacao.com.br

Outubro Rosa: uma história de resiliência por meio do esporte

26
out 2018

Quando começamos a receber as inscrições para o Desafio Speedo 40, programa que reúne 40 atletas amadores em treinos acompanhados por nossa equipe para a prova Fuga das Ilhas 2018, ficamos surpresos com a quantidade de histórias emocionantes enviadas. Entre elas está a da Daniela Durr, que encontrou no esporte a força para superar um câncer de mama.

Neste mês de conscientização sobre a doença, o Outubro Rosa, trazemos uma entrevista inspiradora da Dani, que é mãe, advogada e vencedora. Quer saber como foi a jornada dela? Leia abaixo!

Speedo: Qual era a sua relação com o esporte antes de descobrir o câncer de mama?
Quando morei em Florianópolis, em 2004, vivia uma rotina workaholic. Não cuidava da alimentação e muito menos praticava atividades físicas. Morar perto do mar e ver tantos esportes aquáticos me inspirou, mas como ainda mantinha uma rotina intensa de trabalho, comecei a correr e fazer caminhadas casualmente. Voltei para São Paulo depois de quatro anos e passei por uma depressão muito intensa, que fez com que eu ganhasse muitos quilos a mais. Para mudar esta situação, me matriculei na academia e voltei, aos poucos, a me exercitar, mas foi só após o nascimento do meu filho que decidi mudar meu corpo e alimentação. Fiz circuito, corrida, spinning e musculação. Voltei a ter um peso saudável e para melhorar performance da corrida voltei a nadar, e foi aí que redescobri esta paixão. Poucos meses depois de voltar à piscina, por causa de um tombo que machucou e inchou a mama esquerda, senti um nódulo. Tinha feito mamografia dois meses antes e nada foi constado. Procurei minha ginecologista e com uma ultrassonografia confirmamos que havia algo errado, que logo após, com a biópsia, foi diagnosticado corretamente.

S.: Como foi a descoberta?
Quando fiz o ultrassom e apareceu uma imagem suspeita tive já a sensação de algo errado em mim. Quando peguei o resultado da biópsia e a confirmação do câncer, um tipo não tão comum que afeta os lóbulos e por isso se chama carcinoma lobular invasivo, eu decidi, comigo mesma, a não me sentenciar a nada, apenas a minha cura. Meu foco foi vencer.

S.: Como o esporte ajudou você durante o tratamento?
O esporte ajudou a ter uma mente resiliente desde o diagnóstico até enquanto eu me tratava. Ele ensina a ter disciplina, cuidar da alimentação, manter o foco e reconhecer meus limites.

Após a cirurgia, descobri que meu tumor era maior do que identificado nas imagens e, por isso, o meu protocolo de tratamento incluiria a quimioterapia, além de radioterapia e de hormonioterapia para evitar reincidência. Com a quimioterapia percebi que o esporte condicionou meu corpo a tolerar os efeitos.

S.: Como ficou a sua vida depois do tratamento? O que mudou em alimentação, exercício, família e visão de mundo?
Quando eu descobri o tumor, associei ao estilo de vida que não se preocupava com alimentação, sono, estresse ou cuidados mínimos com o corpo. Não se sabe ao certo a origem de um câncer, mas há muitos fatores que colaboram para o seu desenvolvimento.

A minha família e amigos foram essenciais durante o tratamento. Na academia, encontrei professores e amigos que me incentivaram. Foi uma decisão pessoal não usar peruca, pois me sentia melhor sem ela, e meu marido, filho e amigos sempre me diziam como eu estava bonita e bem.

A minha visão de mundo mudou após o câncer. Dentro da minha perspectiva, lutar pela vida, sair da zona de conforto e enfrentar os desafios faz com que você perceba melhor as oportunidades de sua jornada. Aprendi que, mesmo no pior momento da sua vida, você pode transformar tudo em algo positivo.

S.: Por que e como foi entrar no Desafio Speedo 40?
Durante a quimioterapia, eu brincava com as enfermeiras propondo desafios a elas, como fazer uma prova de corrida. A natação foi interrompida, neste período, por conta do diagnóstico, justo na época em que estava mais empolgada em melhorar minha performance para nadar uma prova no mar. Da descoberta até o início do tratamento, treinava para participar pela primeira vez do Fuga das Ilhas. Isso ficou guardado em mim.

Quando vi o anúncio sobre o Desafio Speedo 40, achei que era a minha oportunidade de retomar meu sonho. Fiz o vídeo e mandei. Fiquei muito feliz quando fui escolhida e o projeto é realmente um incentivador para este meu novo período. A cada treino encontro pessoas em busca dos seus sonhos. E sabe do que mais? Eu já estou pensando na travessia do Estreito de Bósforo após a Fuga das Ilhas, e como diz o Igor, meu “técnico top: Who knows?

S.: Tem algum conselho ou aprendizado que gostaria de compartilhar?
Procure uma atividade física que lhe traga o bem-estar e a qualidade de uma vida mais saudável. Faça os exames periodicamente e não tenha receio em procurar um médico ao sentir um nódulo na mama. Solidarize-se com o Outubro Rosa, porque conscientização e informação ajudam a desmistificar medos irreais quanto ao diagnóstico ou tratamento.
Para quem teve ou está com câncer de mama, ele não é uma sentença. É um desafio de superação, de resiliência e de fé. Acredite na cura e nunca desista de ser feliz e realizar seus sonhos.

Setembro Amarelo: prática esportiva diminui o índice de suicídio entre jovens

20
set 2018

Os índices de suicídios estão, a cada ano, chegando a números alarmantes. E o que é mais desesperador nesta estatística é a presença significativa de adolescentes. Ansiedade, depressão e diversas outras questões que fazem com que pessoas de 10 a 19 anos se sintam deslocados em seu meio são os principais motivos que levam a essa triste interrupção da vida. E neste cenário desolador, cientistas trazem um alerta: a prática esportiva diminui o índice de suicídio entre jovens.

A importância do Setembro Amarelo
Setembro é marcado pela cor amarela, que ativa o sinal de alerta e é a marca da campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Desde 2015, monumentos e o noticiário levam este delicado assunto para discussão, além de, durante todo o mês, serem promovidas palestras, divulgação de informações e orientação para toda a sociedade.

Segundo dados, de 2000 a 2015, os suicídios entre adolescentes de 10 a 15 anos aumentaram 65%; e na faixa dos 15 a 19 anos, 45%. Estes números representam cerca de 40% da média da população e significa que nossos jovens precisam, urgentemente, de ajuda.

Bullying, automutilação e transtornos alimentares são os assuntos mais recorrentes entre jovens. Estes podem ser os primeiros sintomas de algo que, se não acompanhado por um profissional da saúde, pode ter uma consequência muito grave. Perceber hábitos e sinais diferentes em adolescente, além de sempre ter boas conversas, ajuda a salvar vidas.

A prática esportiva diminui o índice de suicídio entre jovens
Apoio da equipe e o sucesso em uma área competitiva estão entre os fatores levantados no estudo do Centro para o Controle e Prevenção de Doença (CDC), dos EUA, como possíveis responsáveis pelo menor risco de suicídio entre jovens.

Liderada pelo cientista comportamental David R. Brown, a pesquisa aponta que a prática de uma atividade física diminui 2,5 vezes a probabilidade de homens terem um comportamento suicida, e em mulheres, o número é 1,67 menor. Não foi encontrado nenhuma justificativa conclusiva no estudo, mas entre as principais hipóteses estão:

  • diminuição do estresse e aumento do bem-estar por meio da liberação de endorfina;
  • apoio da equipe nos treinos;
  • enfrentamento de questões competitivas com menos severidade;
  • socialização;
  • comunhão entre lazer e cuidado com a saúde.

Os pesquisadores alertam que é preciso uma relação saudável com o esporte. Pessoas que transformam esta prática em mera disputa ou apenas um culto ao corpo perfeito, fazendo atividades intensa por seis ou sete dias semanais, revertem a estatística e têm o dobro do risco de um comportamento suicida.

Busque o CVV
O Centro de Valorização da Vida existe desde 1962 e durante este período auxiliou pessoas que buscaram ajuda pelo telefone ou em atendimentos nas sedes espelhadas em todo o Brasil. Em 1973, a instituição foi reconhecida como Utilidade Pública Federal e hoje, junto ao Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde, organiza ações abertas à comunidade para promoção da vida.

Desabafar e procurar ajuda colabora para um melhor entendimento de situações que parecem não ter solução. Em 2017, o CVV recebeu cerca de 2 milhões de ligações e, atendendo gratuitamente nos 23 estados brasileiros, colaborou para que histórias não acabassem tragicamente.

Em qualquer lugar do país, ligue 188 para atendimento anônimo e, caso prefiro, no site da CVV também é possível conversar pelo chat. Este contato é muito importante, pois segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos casos poderiam ser prevenidos.

Você nunca está sozinho. Se conhece alguém que precisa de um auxílio ou acredita que implementar atividades físicas fará bem à sua saúde, comece aos poucos e/ou converse com alguém sobre esta possibilidade. O primeiro passo é difícil, mas você encontrará suporte sempre.

Fontes:
Ligação para prevenção ao suicídio
Jovens praticantes de esporte: menor propensão ao suicídio
Exercícios podem inibir ideias suicidas
Os enigmas do suicídio
Centro de Valorização da Vida

PAIS, FILHOS E ESPORTES: O TRIO PERFEITO

13
ago 2017

As memórias com nossos pais preenchem a maior parte das gostosas lembranças que temos da nossa infância. Os homens sisudos, avessos a emoções, de repente, tornam-se pais emotivos, que torcem por você e estão ali, vibrando. Seja naquele campinho onde você jogava futebol quando era criança, na quadra do colégio, na piscina do clube, o “velho” sempre esteve ali, te incentivando a ser um campeão.

Todos sabem da importância que a prática dos esportes tem pra vida. Além de melhorar o condicionamento físico, os atletas encontram no ambiente esportivo condições favoráveis para um convívio saudável. Muitas vezes, para as crianças, os colegas de esportes são uma segunda família. Os primeiros amigos, as primeiras competições, as primeiras decepções. O esporte é capaz de ensinar aos pequenos os valores que deverão continuar sendo cultivados durante toda a vida. Por isso, a importância de ter um pai presente, que incentive a prática de esportes. E, por que não, ter um pai atleta?

Pais que praticam atividade física tornam-se um modelo para os filhos. Crescer com esse hábito exige um envolvimento paterno para mostrar às crianças que esportes são também diversão! Para a geração atual, completamente imersa no mundo virtual, acaba sendo mais difícil adentrar no mundo dos esportes. Com um pai sendo referência, é mais fácil para os pequenos perceberem os benefícios. Outro fator importante é mostrar que existem outras opções de esportes, se você não se deu bem em um.

Judô, vôlei, basquete, natação infantil. Incentive seus filhos a encontrarem o esporte ideal para eles. Nem todo mundo é apto ao futebol, por exemplo. Mas, do que seriam os “Gustavos Borges” se todos fossem “Neymars”, não é mesmo? A busca pelo esporte perfeito para a criança depende muito de como ela vai encarar aquela competição.

Sendo também um atleta, você pode aproximar o seu filho desse mundo mágico. E fazer o trio perfeito: pais, filhos e esportes.