Maratonas Aquáticas

24
ago 2016

Apesar de se tornarem uma modalidade olímpica – da era moderna – apenas em 2008, nas Olimpíadas de Pequim, as maratonas aquáticas nasceram muito antes da natação como conhecemos hoje.

Ainda na Grécia Antiga, os Jogos Olímpicos contavam com uma prova de natação em águas abertas, muito similar às maratonas de hoje em dia, sempre disputada por longas distâncias em lagos, em rios, ou mesmo no mar, como foi o caso das Olimpíadas do Rio.

Mas a modalidade ganhou verdadeiro destaque quando Mattew Webb atravessou o Canal da Mancha em 1875. O militar inglês cruzou a faixa de água que divide a Grã-Bretanha da França sem qualquer tipo de equipamento, ou seja, percorreu 34 km no braço. E haja braço pra isso!

Atualmente, além de uma equipe de salva-vidas, de fiscais, de juízes e de cronometristas acompanhando a prova, os participantes só entram na água se a temperatura dela estiver entre 16 e 30° C. Pode parecer besteira, mas essa é uma das partes mais importantes no quesito segurança, diminuindo os riscos de hipotermia e de fadiga dos atletas.

Este ano, pela primeira vez na história olímpica, o Brasil subiu ao pódio da natação feminina exatamente na prova de maratona aquática, na qual a atleta da Speedo Poliana Okimoto percorreu com garra os 10 km, viu a francesa Aurelie Muller ser desclassificada e ganhou sua muito merecida medalha de bronze.

#VaiFundoSpeedo

Marcelo Negrão no Festival de Vôlei de Praia de Campos do Jordão.

06
jul 2016

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A cidade de Campos do Jordão recebeu, entre 28 de junho e 3 de julho, o Festival de Vôlei de Praia com a presença do medalhista Marcelo Negrão, além da participação de outros atletas olímpicos que competiram em um torneio.

O grande Marcelo, que faz parte do Team Speedo ao lado de Gustavo Borges, participou de clínicas de vôlei na areia dando dicas sobre fundamentos e regras do esporte para 200 crianças que jogaram vôlei numa quadra oficial.

Segundo as palavras do medalhista olímpico, “ninguém vai sair daqui jogando, mas o pessoal vai sair com aquela vontade de querer ser um jogador e este é o meu trabalho”.

Boa! #VaiFundoMarcelo.

Brasil arrasa no Mundial de Natação 2014 com sete ouros

08
dez 2014

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Os ombros dos nadadores brasileiros, em especial dos representantes da Speedo Elite Team, estão mais pesados de tantas medalhas de ouro. Com o final do Mundial de Natação 2014, realizado em Doha, capital do Qatar, o Brasil se sagrou o grande campeão da competição, com 7 medalhas de ouro, 1 de prata, 2 de bronze e diversos recordes quebrados.

Etiene Medeiros, uma das representantes do time da Speedo, teve um desempenho fantástico: ela traz o ouro dos 50m costas para casa, medalha ganha juntamente com a superação de um recorde mundial. Etiene fez a prova em impressionantes 25s67, batendo a marca anterior (25s70) da croata Sanja Jovanovic.

Nosso outro campeão, Nicholas dos Santos garantiu o posto mais alto do pódio ao lado de colegas como Cesar Cielo, Felipe França, Guilherme Guido, Larissa Oliveira e da própria Etiene, nos revezamentos 4×50 medley, 4×50 medley misto e 4x100m medley. Nicholas também arrasou nos 50m borboleta, garantindo a prata.

Confira todos os resultados do Brasil no mundial:

Ouro nos 4×50 medley: Guilherme Guido, Felipe França, Nicholas Santos e Cesar Cielo – 1m30s51

Ouro nos 100m peito – Felipe França – 56s29

Ouro nos 50m costas – Etiene Medeiros –25s67

Ouro nos 4x50m medley misto – Etiene Medeiros, Felipe França, Nicholas Santos e Larissa Oliveira – 1m37s26

Ouro nos 100m livre masculino – Cesar Cielo – 45s75

Ouro nos 50m peito –Felipe França – 25s63

Ouro nos 4x100m medley masculino – Guilherme Guido, Felipe França Silva, Marcos Macedo e Cesar Cielo Filho – 3m21s14

Prata nos 50m borboleta – Nicholas Santos – 22s08

Bronze nos 50m livre Cesar Cielo – 20s88

Bronze nos 4x50m livre misto – Cesar Cielo, João de Lucca, Etiene Medeiros e Larissa Oliveira – 1m29s17

Nossos parabéns a todos os atletas da comissão brasileira, em especial aos nossos representantes Etiene Medeiros, Nicholas dos Santos e a Alessandra Marchioro!

Ana Marcela Cunha se saga bicampeã do Prêmio de Melhor Atleta do Ano da Fina

04
dez 2014

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Fotos: Satiro Sodré

Sabe o que dá orgulho? Ter sob as suas asas um talento tão grande quanto o da Ana Marcela Cunha. A atleta da Speedo conquistou tantas competições este ano que acabou por ganhar, pela terceira vez, o Prêmio de Melhor Atleta do Ano da Fina (Federação Internacional de Natação).

Ana Marcela teve um ano brilhante. Em 2014 a baiana se sagrou tricampeã mundial da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas, sendo que ela ainda conseguiu realizar dois outros feitos históricos ao garantir sua presença no pódio em todas as etapas da mesma competição (totalizando 5 ouros, 1 prata e 2 bronzes) que teve trechos no Canadá, Portugal e China e ao baixar em 7 minutos o recorde dos 36km da Travessia Capri-Napoli.

A fera da natação brasileira teve seu trabalho reconhecido por membros do Bureau da Fina e demais especialistas da modalidade, como técnicos e imprensa esportiva.

Ana Marcela se mostrou muito contente pelas vitórias: “Nossa… que momento mágico! Estou feliz demais! Foi um ano longo, de muito trabalho, dedicação e intermináveis horas de treinamento. Mas chegar aqui, no final do ano e ser agraciada por um prêmio como este faz tudo valer a pena. Foi uma temporada espetacular, posso dizer que a melhor e mais consistente da minha carreira, por enquanto, porque ainda espero ter outras melhores.”

É isso ai Ana Marcela! Agora é curtir as conquistas, focar no próximo objetivo, como o Mundial de Kazan, e partir para cima com a garra que só a nossa guerreira dos mares tem!

Nicholas Santos a caminho do seu 6º Mundial de Curta

01
dez 2014

Campeonato Mundial FINA em Piscina Curta

Foto: Satiro Sodré

Aos 34 anos de idade, Nicholas Santos vai ser o mais experiente nadador da equipe brasileira no Campeonato Mundial de Piscina Curta em Doha. Mais que isso, Nicholas vai para o seu sexto mundial de curta e isso combinados com os cinco mundiais de longa serão 11 participações em Campeonatos Mundiais, mais do que qualquer outro nadador em atividade no Brasil.

Nos Mundiais de Curta, Nicholas estreou em Moscou, na Rússia, em 2002. Isso foi um ano depois da sua estréia nos Mundiais de Longa em Fukuoka, no Japão. Naquele ano, Nicholas ficou nas eliminatórias dos 50 livre, mas chegou até as semifinais dos 50 borboleta terminando em 13o lugar com 24.15.

Seu primeiro pódio aconteceria na próxima edição, em Indianápolis, 2004. Lá, foi onde o Brasil teve uma de suas melhores performances e Nicholas foi bronze nos 50 livre (21.71) e prata no revezamento 4×100 livre além de chegar a final nos 100 livre e terminar na oitava colocação.

No Mundial seguinte, em Shanghai 2006, Nicholas chegou a duas finais, quinto no 4×100 livre e sétimo nos 50 livre (21.90). Os 50 borboleta (24.19) ficaram nas eliminatórias em 21o lugar.

Ausente em Manchester 2008, Nicholas focava na preparação olímpica de Beijing. Voltou aos Mundiais de Curta em 2010, em Dubai, onde integrou o revezamento 4×100 livre medalhista de bronze além do quarto lugar nos 50 borboleta (22.45) e um 13o nos 50 livre (21.43).

No último Mundial, em Istambul, na Turquia, em 2012, Nicholas foi com dois objetivos, e apenas dois. Vencer a prova e bater o recorde mundial dos 50 borboleta. O ouro saiu, o recorde não. Venceu com 22.22, o recorde permanece com o alemão Steffen Deibler desde 2009 com 21.80.

Nesta sua campanha em Mundiais de Curta, Nicholas acumula quatro medalhas, um ouro, uma prata, dois bronzes. São 8 finais e 2 semifinais.

Para Doha, Nicholas vai com o segundo tempo do mundo nos 50 borboleta. Sua marca do Finkel, 22.43 só perde para os 21.98 feitos por Chad Le Clos no Circuito da Copa do Mundo. Por sinal, estes 21.98 é a melhor marca da era pós-trajes para a prova. Um desafio dos bons para Nicholas que vai em busca de se sagrar bi campeão mundial e, quem sabe, desta vez quebrar o recorde que ficou faltando em 2012.

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