40 anos de história no esporte brasileiro

12
dez 2018

Em 1978, nós começamos a caminhada aqui no Brasil, em outubro de 2018, completamos 40 anos. Trouxemos na mala uma linha completa de trajes de banho e um novo conceito para os momentos de lazer ou esporte na água, assumimos o compromisso de oferecer produtos com tecnologia de ponta que prezam pelo conforto e melhorias para a sua performance.

E como no esporte tudo é comemorado, por aqui não poderia ser diferente, e nós celebramos as quatro décadas com um projeto sensacional, o Desafio Speedo 40!

Desafio Speedo 40
Quarenta atletas amadores de natação, nove meses de treino, duas provas progressivas e a meta final, a Fuga das Ilhas. Ao longo do tempo, os desafiados treinaram individualmente e coletivamente com a orientação dos “anjos”, que compartilhavam experiências, ajudavam a se preparar para cada uma das etapas e encorajavam os participantes.

O intuito principal do projeto foi motivar as pessoas a praticarem um esporte, adotarem um estilo de vida mais saudável e alcançarem seus objetivos. Mas, além disso, abrangemos o projeto para o campo social com a Correnteza do Bem, que contou com as doações feitas pelos próprios desafiados e pelo público geral.

Performance não é só para seres olímpicos
A jornada não foi fácil até aqui, foram meses de treinamento, suor e muita dedicação. Os participantes mostraram durante todo esse tempo o quanto eles são capazes de encarar novos obstáculos e se superar.

Cada desafiado tinha suas dificuldades e, a cada treino, mostravam suas vitórias. Alguns até achavam que não iam conseguir e, no fim, alcançaram o pódio.

Chegou o grande dia, mas, infelizmente, o mar não estava para peixe e por motivos de segurança a prova foi cancelada. Não ter concluído a Fuga das Ilhas foi somente um detalhe, a conquista é de todos e o maior desafio foi durante todo o projeto.

Realmente, performance não é só para seres olímpicos, os atletas são a prova disso e mostraram que o mais difícil é desafiar a si mesmo. Foi lindo de ver a união de todos desde o início, um ajudando o outro, o trabalho em equipe foi fundamental para a conclusão disso tudo.

Torcemos para que os desafiados continuem com as rotinas individuais de treino e ultrapassem limites. O Desafio Speedo 40 chegou ao fim e deixará marcas em todos nós.
Parabéns a todos e que venham os próximos 40 anos de desafios e grandes travessias!

Etiqueta à mesa para competidores campeões

07
dez 2018

Estranho o título, não é? Calma, ninguém vai te pedir para tirar os cotovelos da mesa durante as refeições. Estamos falando de um outro assunto: os bons modos alimentares para quem treina ou faz esportes e tem fome de vitória nas competições!

Isso mesmo, a alimentação é decisiva para a conquista de um grande desempenho na performance e também na recuperação das atividades. Não à toa, existem profissionais especializados no assunto – já ouviu falar em nutrição esportiva?

Fique com a gente para um aperitivo a seguir sobre o assunto!

Entradas: a alimentação pré-competições
Muitos atletas relatam que sentem dificuldade para comer antes das provas. Seja por acontecerem muito cedo, na parte da manhã, pela ansiedade, por se sentirem “pesados” ou enjoados. Porém, se você faz parte dessa turma e não tem conseguido atingir as suas metas, pode estar aí o problema!

O que comer varia de caso a caso, de modalidade para modalidade. No entanto, é fundamental garantir o combustível para arrebentar durante a ação, dando preferência a alimentos que o corpo já conhece e cerca de 3 horas antes da competição, para termos o tempo de digestão.

Não estamos falando de um banquete, mas alimentos e bebidas leves da classe de carboidratos de baixo IG (índice glicêmico), que liberam energia para o corpo e o cérebro progressivamente, costumam estar presentes nestes cardápios. São as oleaginosas, como castanhas e amendoim, frutas com menor IG, como maçã e laranja, cereais, lentilhas, iogurtes e massas integrais. Enfim, fale com o seu nutricionista esportivo e não pule as entradas!

Prato principal: mas como assim, comer durante a prova? Pode isso, Arnaldo?
Em alguns casos, como por exemplo, os esportes aquáticos, comer e digerir efetivamente durante a atividade pode ser muito difícil. Até por isso, normalmente dá-se ênfase à alimentação antes e após o exercício.

Contudo, às vezes, como no caso da natação, o ambiente de competição pode ser extremamente quente e úmido, ou ter outras adversidades de clima que exigem mais uso de recursos para adaptação e aumentam a perda de líquidos do corpo, afetando a concentração e nível de habilidade do atleta.

Então, possivelmente você precise de um reforço. Mas não precisa se empolgar: comumente, a recomendação do nutricionista esportivo nessa hora será para que você “faça o fino” e fique nas bebidas esportivas e energéticos, fluídos adequados para as sessões de treino prolongados que fornecem eletrólitos e carboidratos para dar mais explosão e não fazer feio nas piscinas.

Sobremesa: oba!
A orientação geral da etiqueta pós-prova é de consumir um snack de recuperação imediatamente, dentro de até 30 minutos depois de terminar a competição. Só não se anime muito: dificilmente seu nutricionista esportivo irá recomendar doces com alto teor de gordura, né? Geralmente, este menu inclui carboidratos complexos, proteínas magras e bebidas repositoras, como barras de cereais, sanduíches de frios com salada, sucos e isotônicos. Mais tarde, deve acontecer a refeição substancial que você merece. Afinal, que garra hein?

E pra você? Quais maneiras à mesa fazem toda a diferença na hora de se tornar campeão? Conte para gente o segredo. E não deixe de procurar um nutricionista para entender melhor as práticas alimentares para competidores. Acredite, faz toda a diferença!

Fontes de apoio: TáFitness.net | GloboEsporte.com | ViivaAssessoria.com | AmaralNatacao.com.br

Como exercícios podem proteger e tratar as articulações?

30
nov 2018

Dor, inchaço, ruído e um grande desconforto são os principais sintomas de quem tem algum problema nas articulações, os famosos “desgastes” que assombram, principalmente, atletas e idosos. Muitos casos acabam não recebendo o devido cuidado e se tornam graves com o passar do tempo. Mas você sabia que alguns exercícios podem proteger e até evitar que este problema apareça em sua vida?

O que são articulações?
De forma simples, as articulações são pontos de encontro entre ossos. Existem diferentes tipos, como a cartilagem articular, ligamentos e meniscos, que são caracterizados pelo grau de mobilidade que oferecem ao esqueleto, ajudando na movimentação, sustentação e até amortecimento.

As bolsas sinoviais, que compõem o interior das articulações móveis, atuam como amortecedores que, por terem um líquido viscoso em sua composição, colaboram na diminuição do impacto. Com o passar dos anos, a produção deste líquido diminui, deixando os ossos mais próximos e com maior probabilidade de choque. Por este motivo, os problemas são mais comuns com o avanço da idade, além do desgaste natural.

Fatores de risco
Muitas condições colaboram para o agravamento da deterioração, e é essencial ficar atento a estes pontos:

  • histórico familiar;
  • idade avançada;
  • obesidade;
  • lesão articular ou movimentação repetitiva;
  • má-formação.

Alguns especialistas destacam que doenças que interferem em ossos e músculos, como lúpus, gota e fibromialgia, podem intensificar os problemas nas articulações. Acompanhe regularmente como está a sua saúde para amenizar os impactos em seu cotidiano e fazer com que as dores não se tornem crônicas.

Para proteger e tratar as articulações
Imagine uma porta que não é usada há muito tempo. Agora pense em abrir ou fechá-la. Difícil, não é mesmo? As nossas articulações funcionam mais ou menos da mesma forma, se você não movimentá-las, ações simples ficarão cada vez mais difíceis.

Para prevenir o “enferrujamento”, o esporte é uma boa alternativa. Com a atividade física, os nutrientes conseguem circular melhor pelo corpo e chegar com mais rapidez às articulações. E com tecidos fortes, as chances de rompimento ou qualquer outro tipo de lesão diminuem.

Fortalecimento e alongamento ajudam a deixar tudo no lugar. Com músculos bem posicionados e livres do encurtamento, o seu corpo estará em sintonia para um futuro sem dores crônicas ou desgastes prematuros de cartilagem.

#Dica – carregar pesos excessivos, como sacolas de mercado ou bolsas, podem prejudicar dedos, punhos, cotovelos e até o ombro. Fique ligado!

Consulte sempre um médico
O auxílio de um profissional é imprescindível, ainda mais quando o assunto é a sua qualidade de vida no futuro. Por isso, consulte periodicamente o seu ortopedista e relate qualquer problema, algo que parece sem importância agora pode se tornar um problema no futuro, como lesões constantes no mesmo local ou uma dorzinha que aparece raramente.
Outra dica é manter músculos firmes e bem protegidos com a linha especial Speedo Sport Protection, que além de proporcionar melhor desempenho, colabora na segurança de uma prática esportiva reduz as chances de lesões.
Quer receber mais dicas sobre a sua saúde no esporte? Siga nossas redes sociais e fique por dentro do nosso conteúdo para um esporte com melhor performance!

Fontes:
Globo Esporte | Bem Estar | Saúde | Toda Matéria

Uma travessia na carreira de Poliana Okimoto

01
nov 2018

Referência brasileira em maratona aquática, Poliana Okimoto coloca em prática a sua experiência de mais de 14 anos para concretizar um sonho: ter a sua própria prova. Após a sua aposentadoria, a atleta começou a tirar do papel os sonhos que sempre teve no esporte, e em e em uma entrevista especial para a Speedo, ela conta como foram as primeiras braçadas da medalhista Rio 2016 e os planos para o futuro.

Leia e inspire-se para a prova a Travessia Poliana Okimoto, que acontece no dia 04 de novembro, no Guarujá (SP). Clique aqui para garantir a sua inscrição!

Como começou a sua história com a maratona aquática?
Quem me apresentou à maratona aquática foi o meu técnico, e marido, Ricardo Cintra. Ele fez a minha inscrição para a Travessia dos Fortes, em 2005, quando tinha 22 anos. Eu não queria fazer a prova, estava morrendo de medo, mas mesmo assim ele confirmou minha vaga e fomos. Durante a prova, eu senti muito e quase desisti, mas minha competitividade falou mais alto e fui até o final. Ganhei a prova e recebi a notícia que a maratona aquática estaria nos próximos jogos olímpicos e Panamericanos. Foi aí que percebi que esta modalidade poderia estar mais presente na minha vida, sendo mais uma oportunidade de ir a uma Olimpíada.

Após parar de competir, a sua rotina de treino mudou muito?
Mudou bastante. Eu continuo nadando, mas não sei nem se posso chamar de treino, mesmo estando na piscina todos os dias. A água faz parte de mim, do que eu sou, é onde consigo pensar melhor fazendo com que tudo flua.

Os meus treinos, hoje, representam mais ou menos ¼ do eu já treinei na vida. Antes, eu fazia 100 km na semana, e hoje chego a uns 10 km. Com os preparativos para a Travessia e Workshop Poliana Okimoto, não caio na água há mais ou menos 2 semanas por conta da correria, e eu sinto muita falta. Amo a natação e é isso que levarei para o resto da minha vida.

Além do treino, na minha rotina, o que mudou muito foi a alimentação. Antes sempre seguia uma dieta bem rigorosa, e hoje como o que eu quiser e na hora que quiser. Isso faz com que eu consiga aproveitar melhor os meus dias, estar mais próxima à família, ter mais tempo para curtir e me dedicar a novos projetos.

Piscina, mar e represa têm características específicas, como se preparar para cada um?
São muito diferentes, e é preciso entender cada lugar antes de entrar na água. Na piscina, é algo mais automático, você acostuma a treinar de um certo modo e não varia para a competição, sendo muito mais fácil pois é um ambiente controlado. A temperatura, as raias, a faixa no meio para direcionar não existem em águas abertas. Água doce e salgada também são bem diferentes. Na doce, o atleta se sente mais pesado, o quadril afunda um pouco mais. Na salgada, o quadril levanta por causa da densidade e o corpo do nadador fica mais próximo da superfície, agregando mais sensibilidade. Mas é importante também ficar atento aos fatores da natureza, como correnteza, marola e ventos.

Com tantas diferenças, o esporte está sendo cada vez mais amado pelas pessoas que estão começando a fazer. É um desafio, que você enfrenta a natureza, os seus medos e tem um grande potencial de ser uma das modalidades mais praticadas no Brasil. Temos um litoral vasto e as competições estão muito presentes nos calendários das cidades.

Nos últimos anos, há um interesse maior por provas mais desafiadoras, como as maratonas aquáticas e o triátlon. Qual conselho você daria para alguém que está começando as primeiras braçadas em longas distâncias?
O conselho que eu dou é persistir e insistir. As provas e os treinos da maratona aquática não são fáceis, então, quanto mais horas de prática, mais chances de sair vitorioso. E nem sempre a vitória quer dizer chegar ao pódio, ela significa terminar uma prova bem e feliz.

É preciso treinar e se dedicar, pois quando olhamos para trás e vemos a distância que foi percorrida, nos sentimos muito bem, com desafio cumprido. Realização pessoal é a chave!

Como surgiu a ideia da Travessia Poliana Okimoto?
Eu sempre tive vontade de uma prova com meu nome, mas nunca tive tempo. Depois que me aposentei, no fim de 2017, comecei a pensar em várias ideias de como e onde fazer uma maratona. E para me ajudar, chamei o Igor de Souza, um expert nesse tipo de prova e amigo de muitos anos, juntando à vontade com a expertise. Está sendo muito bom, prazeroso e transformador todo o esforço para fazer a travessia dar certo.

Quais são seus planos para 2019?
A meta para 2019 é manter o Workshop e a Travessia Poliana Okitmoto, fazendo desta competição um grande evento. Dar oportunidade de um primeiro passo para quem quer começar a fazer maratonas aquáticas na prova de 500 m, que pensei justamente para isso.

Divulgar cada vez mais nosso esporte no próximo ano também está em meus planos, para fazer com que todo mundo cresça junto.

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Com tanta determinação e experiência, temos certeza que a Travessia Poliana Okimoto será um sucesso e já estamos na contagem regressiva para o dia 4 de novembro. Você vai participar deste grande desafio, não é mesmo? Aproveite e compartilhe com os amigos que precisam de um “empurrãozinho” para colocar em prática a maratona aquática. Com uma medalhista olímpica e uma estrutura incrível, a água será o seu novo ambiente natural.

Outubro Rosa: uma história de resiliência por meio do esporte

26
out 2018

Quando começamos a receber as inscrições para o Desafio Speedo 40, programa que reúne 40 atletas amadores em treinos acompanhados por nossa equipe para a prova Fuga das Ilhas 2018, ficamos surpresos com a quantidade de histórias emocionantes enviadas. Entre elas está a da Daniela Durr, que encontrou no esporte a força para superar um câncer de mama.

Neste mês de conscientização sobre a doença, o Outubro Rosa, trazemos uma entrevista inspiradora da Dani, que é mãe, advogada e vencedora. Quer saber como foi a jornada dela? Leia abaixo!

Speedo: Qual era a sua relação com o esporte antes de descobrir o câncer de mama?
Quando morei em Florianópolis, em 2004, vivia uma rotina workaholic. Não cuidava da alimentação e muito menos praticava atividades físicas. Morar perto do mar e ver tantos esportes aquáticos me inspirou, mas como ainda mantinha uma rotina intensa de trabalho, comecei a correr e fazer caminhadas casualmente. Voltei para São Paulo depois de quatro anos e passei por uma depressão muito intensa, que fez com que eu ganhasse muitos quilos a mais. Para mudar esta situação, me matriculei na academia e voltei, aos poucos, a me exercitar, mas foi só após o nascimento do meu filho que decidi mudar meu corpo e alimentação. Fiz circuito, corrida, spinning e musculação. Voltei a ter um peso saudável e para melhorar performance da corrida voltei a nadar, e foi aí que redescobri esta paixão. Poucos meses depois de voltar à piscina, por causa de um tombo que machucou e inchou a mama esquerda, senti um nódulo. Tinha feito mamografia dois meses antes e nada foi constado. Procurei minha ginecologista e com uma ultrassonografia confirmamos que havia algo errado, que logo após, com a biópsia, foi diagnosticado corretamente.

S.: Como foi a descoberta?
Quando fiz o ultrassom e apareceu uma imagem suspeita tive já a sensação de algo errado em mim. Quando peguei o resultado da biópsia e a confirmação do câncer, um tipo não tão comum que afeta os lóbulos e por isso se chama carcinoma lobular invasivo, eu decidi, comigo mesma, a não me sentenciar a nada, apenas a minha cura. Meu foco foi vencer.

S.: Como o esporte ajudou você durante o tratamento?
O esporte ajudou a ter uma mente resiliente desde o diagnóstico até enquanto eu me tratava. Ele ensina a ter disciplina, cuidar da alimentação, manter o foco e reconhecer meus limites.

Após a cirurgia, descobri que meu tumor era maior do que identificado nas imagens e, por isso, o meu protocolo de tratamento incluiria a quimioterapia, além de radioterapia e de hormonioterapia para evitar reincidência. Com a quimioterapia percebi que o esporte condicionou meu corpo a tolerar os efeitos.

S.: Como ficou a sua vida depois do tratamento? O que mudou em alimentação, exercício, família e visão de mundo?
Quando eu descobri o tumor, associei ao estilo de vida que não se preocupava com alimentação, sono, estresse ou cuidados mínimos com o corpo. Não se sabe ao certo a origem de um câncer, mas há muitos fatores que colaboram para o seu desenvolvimento.

A minha família e amigos foram essenciais durante o tratamento. Na academia, encontrei professores e amigos que me incentivaram. Foi uma decisão pessoal não usar peruca, pois me sentia melhor sem ela, e meu marido, filho e amigos sempre me diziam como eu estava bonita e bem.

A minha visão de mundo mudou após o câncer. Dentro da minha perspectiva, lutar pela vida, sair da zona de conforto e enfrentar os desafios faz com que você perceba melhor as oportunidades de sua jornada. Aprendi que, mesmo no pior momento da sua vida, você pode transformar tudo em algo positivo.

S.: Por que e como foi entrar no Desafio Speedo 40?
Durante a quimioterapia, eu brincava com as enfermeiras propondo desafios a elas, como fazer uma prova de corrida. A natação foi interrompida, neste período, por conta do diagnóstico, justo na época em que estava mais empolgada em melhorar minha performance para nadar uma prova no mar. Da descoberta até o início do tratamento, treinava para participar pela primeira vez do Fuga das Ilhas. Isso ficou guardado em mim.

Quando vi o anúncio sobre o Desafio Speedo 40, achei que era a minha oportunidade de retomar meu sonho. Fiz o vídeo e mandei. Fiquei muito feliz quando fui escolhida e o projeto é realmente um incentivador para este meu novo período. A cada treino encontro pessoas em busca dos seus sonhos. E sabe do que mais? Eu já estou pensando na travessia do Estreito de Bósforo após a Fuga das Ilhas, e como diz o Igor, meu “técnico top: Who knows?

S.: Tem algum conselho ou aprendizado que gostaria de compartilhar?
Procure uma atividade física que lhe traga o bem-estar e a qualidade de uma vida mais saudável. Faça os exames periodicamente e não tenha receio em procurar um médico ao sentir um nódulo na mama. Solidarize-se com o Outubro Rosa, porque conscientização e informação ajudam a desmistificar medos irreais quanto ao diagnóstico ou tratamento.
Para quem teve ou está com câncer de mama, ele não é uma sentença. É um desafio de superação, de resiliência e de fé. Acredite na cura e nunca desista de ser feliz e realizar seus sonhos.